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Empresário do Valado dos Frades abre restaurante em Bogotá

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Um valadense em Bogotá, capital colombiana. Divulgar os sabores gastronómicos e o país são alguns dos objetivos de Luís de Matos, de 66 abriu um restaurante anos, a residir há mais de 30 em Bogotá.

“Tinha restaurantes de comida mediterrânea, e percebi que estava a aumentar a presença de portugueses. A ideia foi aproveitar a janela de oportunidades no interesse em Portugal, já que não havia nada parecido, explicou o empresário á agência Lusa.

O aumento de portugueses em Bogotá começou há três anos, quando muitos deixaram Portugal e a Venezuela, um país em crise e com uma grande comunidade lusodescendente.

O espaço foi sonhado há dois anos mas só agora se tornou numa realidade. Nas mesas, galos de Barcelos lembram Portugal, e o som ambiente é fado, completando um quadro que conta com azulejos, hortênsias, imagens de Nossa Senhora de Fátima e de Santo António, bem como a reprodução de um pátio tipicamente português.

No local também há uma loja com produtos portugueses e arte colombiana. “A proposta é vender os produtos e dar a conhecer a cultura, num intercâmbio, com provas de vinho, ‘meetings’ de gastronomia, poesia e tertúlias”, explicou Luís de Matos.

O empresário, que disse “sentir-se em Portugal” no restaurante, mudou-se para Bogotá por amor à sua mulher, colombiana.

“Só nós temos a forma característica de preparar, e a ideia é sacar os pratos o mais parecido possível do que aprendi com a minha mãe e com a minha avó”, afirmou a sobrinha de Luís de Matos, Inês Maria chegou a Bogotá há três anos, para trabalhar com o tio, fugindo da crise económica.

A capital da Colômbia conta agora com um restaurante português, para aproveitar a aposta dos portugueses naquele país, explicou o promotor do espaço, a residir há 30 anos em Bogotá.

“Tinha restaurantes de comida mediterrânea, e percebi que estava a aumentar a presença de portugueses. A ideia foi aproveitar a ‘ventanita’ [janelinha] de interesse em Portugal, já que não havia nada parecido”, disse à Lusa Luís de Matos, 66 anos, natural de Valado dos Frades.

Segundo o empresário, o aumento de portugueses em Bogotá começou há três anos, uma procura que chegou de Portugal e da Venezuela, um país em crise com uma grande comunidade lusodescendente.

Por outro lado, os colombianos e brasileiros que residem na capital da Colômbia têm também mais interesse na cultura nacional, explicou o dono do restaurante Galo Português.

O espaço foi sonhado há dois anos mas só agora se tornou numa realidade. Nas mesas, galos de Barcelos lembram Portugal, e o som ambiente é fado, completando um quadro que conta com azulejos, hortênsias, imagens de Nossa Senhora de Fátima e de Santo António bem como a reprodução de um pátio tipicamente português.

No cardápio, pipis de frango, caldo verde adaptado, cataplana e o bacalhau à Braz, além de vinho português, são as estrelas.

No local também há uma loja com produtos portugueses e arte colombiana. “A proposta é vender os produtos e dar a conhecer a cultura, num intercâmbio, com provas de vinho, ‘meetings’ de gastronomia, poesia e tertúlias”, afirmou Luís de Matos.

O empresário, que disse “sentir-se em Portugal” no restaurante, mudou-se para Bogotá por amor à sua mulher, colombiana.

O ‘chef’ e quase todos os funcionários são colombianos, mas os pratos são supervisionados por Inês Maria de Matos, 48 anos, que diz ser “a mãe” da casa.

“Só nós temos a forma característica de preparar, e a ideia é sacar os pratos o mais parecido possível do que aprendi com a minha mãe e com a minha avó”, afirmou a sobrinha de Luís de Matos

Inês Maria chegou a Bogotá há três anos, para trabalhar com o tio, fugindo da crise económica.

“Não conhecia nenhum restaurante português aqui, e sempre pedia para as pessoas que viajavam cá que me trouxessem comida tradicional”, contou.

Luís de Matos trabalha no ramo desde que chegou à Bogotá. Atualmente, gere um centro de convenções, a Casa de La Cultura Colombo Portuguesa, o Galo Português e o Red Room, um clube mais reservado.

Quanto ao Galo Português, o empresário prefere não dizer quanto investiu.

“Foi bastante. Se contar, não vou dormir à noite”, diz.

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