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Centro Hospitalar do Oeste

Diminuição de lista de espera de cirurgia e consultas no primeiro ano de atividade

Marlene Sousa

EXCLUSIVO

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O primeiro ano de atividade do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) demonstrou ganhos em saúde bastante significativos para os utentes, que passaram a ser tratados mais depressa. “Reduzimos as listas de espera e a dívida a fornecedores e aumentou o número de médicos por especialidade e de doentes operados”, divulgou o presidente do Conselho de Administração (CA) do CHO, Carlos Sá.

Entre os dados que sustentam o otimismo do CA, contam-se a diminuição da lista de espera de inscritos para cirurgia que diminui 32% relativamente a 2012, isto é, “houve mais 794 utentes operados do que em 2012”. Menor é também a lista de espera para consulta que, segundo Carlos Sá, diminuiu 15,7% em relação a 2012, o que significa “menos 2145 utentes à espera para consulta, no total das especialidades”. Para o presidente do CA, “os ganhos em saúde foram também fruto do aumento do número de médicos por especialidade, que permitiu tratar mais e melhor os utentes”. “Em 2013, o CHO contratou 18 médicos e pela primeira vez, em muitos anos, foi possível contratar mais médicos do que os que saíram (7), consequência da maior capacidade de atração do centro hospitalar”, adiantou Carlos Sá. Os dados, que já tinham sido divulgados em primeira mão pelo JORNAL DAS CALDAS, foram apresentados na passada sexta-feira ao executivo da câmara das Caldas da Rainha, numa reunião e visita aos serviços do hospital local, que foram remodelados no decorrer de 2013, promovida no âmbito da política de envolvimento das autarquias que estão diretamente relacionadas com o funcionamento da instituição. “Esta reunião é organizada normalmente no início de cada ano, porque entendemos que é importante apresentarmos os resultados em termos de atividade”, disse o presidente do CA, que se reuniu com o presidente da Câmara, Tinta Ferreira, e os vereadores, Hugo Oliveira, Maria da Conceição, Alberto Pereira (PSD), Jorge Sobral (PS) e Manuel Isaac (CDS-PP). Durante a reunião, o CA do CHO apresentou também ao executivo da Câmara os resultados financeiros, sublinhando a redução da dívida de “43 milhões de euros em 2010 para cinco milhões de euros no final de 2013″. O prazo médio de pagamento aos fornecedores diminuiu de 322 dias em 2010 para 85 dias no final do passado mês de novembro, revelou ainda o administrador. “A gestão racional dos recursos disponíveis permitiu ainda investir 350 mil euros em novas instalações e equipamentos na unidade das Caldas da Rainha”, acrescentou, apontando as melhorias “na remodelação do Serviço de Radiologia, a separação da ala de Ginecologia da Obstetrícia, as novas instalações da consulta externa de Pediatria, a retoma da especialidade de Oftalmologia e as novas instalações da Medicina Transfusional Imunohemoterapia)”. Carlos Sá apresentou aos autarcas um balanço positivo do primeiro ano de atividade do CHO, considerando favorável a junção a 21 de novembro de 2012 do antigo Centro Hospitalar do Oeste Norte (CHON) e do antigo Centro Hospitalar de Torres Vedras (CHTV), posicionando-se como a unidade hospitalar de referência na prestação de cuidados de saúde na região Oeste, abrangendo uma população direta de cerca de 292.500 habitantes residentes nos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro). Em declarações à imprensa, o presidente da Câmara disse que a reunião com o CA suscitou “dúvidas, questões, perguntas, esclarecimentos, opiniões e observações”. “É um assunto que interessa muito a todos os caldenses, e interessa naturalmente à Câmara Municipal. Estivemos todos muito empenhados numa troca de impressões acaloradas”, adiantou o autarca. Tinta Ferreira ficou satisfeito com os resultados positivos apresentados pelos elementos do CA, sublinhando que “a autarquia vai ter uma posição de reivindicar junto do Ministério da Saúde que dê um maior contributo financeiro para que se possa melhorar ainda mais e com maior qualidade”. Quanto à moção da Assembleia Municipal das Caldas da Rainha, em maio do ano passado, pedindo a demissão da presidência do CA do CHO, o presidente do Município sublinhou que a Câmara “não tem que se pronunciar sobre o CA, quem o tem que avaliar é quem os nomeia – o Ministério da Saúde. Não me responsabilizo pelas opiniões que outros órgãos possam ter no município”.

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