Q
[el_ajax_search search_placeholder=”Comece a digitar para procurar… ” number_of_results=”300″ orderby=”ID” no_result_text=”Sem Resultados” show_search_icon=”off” display_fields=”on|off|on|off” number_of_columns=”4″ use_masonry=”on” loader_size=”14px” loader_color=”#2D3670″ _builder_version=”4.16″ _module_preset=”default” form_field_background_color=”#FFFFFF” form_field_text_color=”#333333″ form_field_focus_background_color=”#FFFFFF” form_field_focus_text_color=”#9D1D21″ search_result_item_title_font_size=”14px” search_result_item_title_line_height=”1.4em” form_field_font=”||||||||” form_field_font_size=”14.1px” form_field_line_height=”1.4em” positioning=”relative” z_index=”9999″ width=”100% ” animation_style=”fade” animation_duration=”500ms” animation_delay=”10ms” custom_css_main_element=”width:100% ;||” border_radii_form_field=”on|0px|0px|0px|0px” border_color_all_form_field=”#9D1D21″ global_colors_info=”{}”][/el_ajax_search]
[speaker]
[speaker]

Sónia Tavares recorda infância feliz em Alcobaça

PA

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
A vocalista dos The Gift, Sónia Tavares, foi convidada da rubrica Selfie sem Filtros, da TVI, onde recordou a infância e a adolescência passadas em Alcobaça, antes de se mudar para Lisboa, onde estudou Antropologia, até que o sucesso da banda não lhe permitiu continuar a estudar.

Sobre a infância e a adolescência, passadas em Alcobaça, recorda que viveu essas fases de crescimento “enquanto filha única, neta única, sobrinha única, portanto, era uma menina mimada, não em demasia, mas o suficiente para ser uma pessoa feliz. E a minha adolescência foi superdescontraída, na medida em que a liberdade que o meu pai me dava e a confiança que depositava em mim, provavelmente, não seriam as mesmas se vivêssemos em Lisboa. Podia voltar às 04:00 horas, sozinha, a pé pela rua, que não havia problema nenhum e, ainda hoje, não há”, recordou a cantora, de 43 anos.

Sónia Tavares diz nesta entrevista que foi vítima de bullying, o que a marcou até hoje.

“Fazia parte do grupo das miúdas populares, que eram três ou quatro miúdas, bonitas, de Alcobaça, e eu, por acréscimo, ali andava misturadas com elas, mas a receção que elas tinham pelas pessoas era completamente diferente da receção que me faziam a mim e eu percebia. Era mais feia, mais magra, tinha borbulhas, elas tinham as suas formas femininas a aparecer, as miúdas olhavam para elas e eu sempre em patinho feio… e abusavam um bocadinho. Já sabiam que eu era o patinho feio e que me sentia o patinho feio e abusavam um bocadinho, ainda mais, por isso. Nunca mais me esqueci. Não quer dizer que seja uma pessoa diferente por causa disso, se calhar, sou, não faço a mínima ideia, mas nunca mais me esqueci.”

A cantora explica que os looks alternativos e as mudanças de visual que apresentava já funcionavam como um escape.

“Acho que, mais do que tudo, queremos é passar despercebidas, entre os pingos da chuva. Não sobressair, mas, sim, camuflar-me e, mesmo assim, a camuflagem resultou pior, eu só comecei a ser uma miúda mais feliz e com mais confiança a partir dos meus 15/16, quando já me estava a borrifar”.

Sónia Tavares rumou, depois, para Lisboa onde começou a estudar Antropologia: “As adversidades que uma cidade destas nos propõe, numa fase em que enfrentamos tudo aquilo que é a faculdade e o sair de casa dos pais…vim sem preparação nenhuma, na realidade, foi isso. Até tinha medo de andar no autocarro, estava com vergonha de me enfiar no autocarro e perder-me”.

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados

Os Pharol no Coliseu dos Recreios: Uma Sala de Ensaio em 360º

Entrevista com a banda antes do concerto mais importante da sua carreira Os Pharol preparam-se para um dos maiores marcos da sua jornada musical: um concerto no emblemático Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Conhecidos pelas suas versões surpreendentes de clássicos...

pharol2222