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Festival de Jazz do Valado abre com o concerto da Big Band do Município e Sónia Tavares

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O Jazz do Valado está de volta e começa com um concerto no Cineteatro da Nazaré, que juntará a voz de Sónia Tavares à sonoridade da Big Band do Município da Nazaré, no dia 3 de outubro, às 22 horas.

O concerto assinala os 20 anos de existência da Big Band do Município, completados em 2019, e o 6º trabalho discográfico da formação dirigida por Adelino Mota, que será apresentado, oficialmente, neste evento, programado para a sala de espetáculos da vila da Nazaré.

Os bilhetes custam 10 euros e podem ser adquiridos uma semana antes do espetáculo, na bilheteira do cineteatro, durante o período da tarde, ou podem ser reservados para o telefone 937 340 023.

O Jazz do Valado apresentar-se-á durante o mês de outubro, com início a 3 de outubro no cineteatro, seguindo, depois, para Sala do Clube R. B. Valadense, mas mantendo uma das suas apresentações ao público na marginal, com a Dixe Naza Jazz Band.

O cartaz é composto por músicos sobejamente conhecidos do público deste evento da BIR, muitos deles formados nas escolas de música dos concelhos da Nazaré e Valado dos Frades.

PROGRAMAÇÃO Sábado, 3 de outubro às 22 Horas

Cineteatro da Nazaré

Big Band do Município da Nazaré + Sónia Tavares

Músicos:

Sax Alto: Joaquim Pequicho e Gustavo Mateus

Sax Tenor: Tiago Vigia e João Machado

Sax Barítono: Nuno Mendes

Trompete: Vítor Guerreiro, Andreia Marques, André Venâncio e Margarida Louro

Trombones: André Ramalhais, Rui Correia, Gil Silva e Kevin Severino

Guitarra: Gonçalo Justino

Piano: Ricardo Caldeira

Baixo: Tiago Lopes

Bateria: Bruno Monteiro

Voz: Júlia Valentim e Sónia Tavares

Direcção: Adelino Mota

A Big Band fez Concertos em Portugal, Espanha, Bélgica e Alemanha, em diversos Festivais e concertos incluídos na programação de várias salas, destacando alguns: Festival de Jazz de Ponte-Vedra, Festival de Música de Medina del Campo, Jazz às Quintas no CCB, Festa do Jazz no Teatro S. Luíz, Palco 1º de Maio da Festa do Avante, no Hot Club de Portugal, “A Arte da Big Band” em Lisboa e na Casa da Música do Porto.

Conta já com 6 Cds gravados, sendo: “Big Band Nazaré” em 2003; “Filme” em 2006; “10 Anos” em 2009 e “Best Friends”, gravado ao VIVO no CCC de Caldas da Rainha em 2012; grava em 2016 o CD “Special Guests” e já este ano o CD “Vinte”.

Para comemorar Dia Internacional do Jazz, integrado no Festival de Jazz do Valado e no Cineteatro da Nazaré, em 2107 fez “Tributo a Frank Sinatra” com o cantor Carlos Alberto Moniz, em 2018 a cantora Mariza Liz e em 2019 com a cantora Rita Guerra e ainda Nanã Sousa Dias como solista convidado.

Domingo, 4 de Outubro às 22 Horas

Cineteatro da Nazaré

Um Sorriso para o Toots – Tributo a Toots Thielemans

Músicos:

Gonçalo Sousa – harmónica

Cláudio Alves – voz e guitarra

Samuel Gapp – piano

Rodrigo Correia – contrabaixo

Diogo Alexandre – bateria

Gonçalo Sousa “Um Sorriso para o Toots” é o nome do tributo que Gonçalo Sousa e o seu quinteto prestam ao grande maestro da harmónica, o jazzista belga Toots Thielemans.

Formação liderado pelo harmonicista Gonçalo Sousa e que conta com Samuel Gapp no piano, Cláudio Alves voz e guitarra, Rodrigo Correia no contrabaixo e Diogo Alexandre na bateria e cajón.

Neste tributo interpretam-se alguns dos temas mais populares da carreira do maestro Toots, tais como Bluesette, Começar de Novo ou Sno` Peas (do disco Affinity gravado com Bill Evans), onde o sentimento e a emoção são a essência, fazendo jus à célebre afirmação do maestro Toots que referia que procurava sempre tocar «in that little space between a smile and a tear».

Projecto este que tem actuado regularmente em Lisboa, em locais como o Hot Clube de Portugal, Fábrica do Braço de Prata e Espaço Espelho d´Àgua.

Segunda, 5 de outubro às 16 horas

Marginal da Nazaré

DixieNaza Jazz Band

Músicos:

Vitor Guerreiro -trompete

Nuno Mendes – soprano

Daniel Vinagre – saxofone

Élio Fróis – trombone

Celso Batista – sousafone

Márcio Silvério – banjo

Vitor Copa – bateria

A Dixienaza Jazz Band é um projecto nascido na sequência do crescimento da música no concelho da Nazaré, por proposta e orientação do Maestro Adelino Mota.

Inspirada no jazz de rua nascido em Nova Orleães no início do século XX, esta banda fez a sua apresentação em Abril de 2009.

Composta por sete músicos, a Dixienaza Jazz Band apresenta a constituição tradicional deste tipo de formações. Na “frontline” surgem o Clarinete, o Trompete, o Sax Tenor e o Trombone.

Na retaguarda, aparece a secção rítmica, com o banjo/guitarra, a bateria e o mais emblemático dos instrumentos associados a este tipo musical: o Sousafone, grande instrumento de sopro de som grave. Desde a sua criação, já participou em alguns eventos musicais de grande prestígio, como o Festival de Jazz de Valado dos Frades, o Festival de Dixieland de Cantanhede (o maior deste género musical realizado no nosso país) e nos Festivais de Foncastin e Cangas, em Espanha, várias concertos e animações em diversas localidades, tendo em todos estes recebido os melhores elogios.

Quinta, 8 de outubro às 22 horas

Sala do Clube R. B. Valadense

TGB

Músicos:

Sérgio Carolino – tuba

Mário Delgado – guitarra

Alexandre Frazão – bateria

Sobre este projeto:

Poderia significar “The Greatest Band”mas, neste caso, o acrónimo refere-se somente aos instrumentos: Tuba, Guitarra e Bateria.

TGB é um Trio, formado (2003) por alguns dos mais aclamados músicos em Portugal: Sérgio Carolino – Tuba, Mário Delgado – Guitarra, Alexandre Frazão – Bateria. Editaram “Tuba, Guitarra e Bateria” (2004), “Evil Things” (2010) e “III” (2019) todos com o selo Clean Feed.

Ao terceiro álbum, os TGB já não podem continuar a ser definidos pela instrumentação fora do comum de uma tuba, uma guitarra e uma bateria. Surgem-nos com uma música idiossincrática, sem fronteiras e invencível. Misturaram jazz, rock, folk, country e muito mais… sendo, também, impossível de categorizar como “fusão”. Os TGB expandiram de tal forma os horizontes, e com resultados tão particulares, que rebentaram o rótulo em questão, inventando o seu próprio “espaço de interceção entre criatividade contemporânea e pensamento crítico”.

Tudo serve o propósito desta aventura, do prazer da experiência coletiva a derrubar barreiras por onde passa este tornado de Tuba, Guitarra e Bateria. Imperdível.

Sexta, 9 de Outubro às 22 horas

Sala do Clube R. B. Valadense

André Fernandes – Centauri

Músicos:

André Fernandes – guitarra e composição

José Pedro Coelho – saxofone tenor e soprano

João Mortágua – saxofone alto e soprano

Francisco Brito – contrabaixo

João Pereira – bateria

Qualquer alma que devote o mínimo de atenção às movimentações jazzísticas portuguesas da última década e meia sabe que, quando se fala de guitarristas, há um nome que se destaca acima de qualquer suspeita: André Fernandes.

Exímio instrumentista e dotadíssimo compositor, já tocou com uma miríade de enormes jazzmen nacionais e estrangeiros que lhe elogiam a originalidade (Lee Konitz, Mário Laginha, Maria João, Bernardo Sassetti, David Binney entre outros), a vitalidade e a versatilidade artística.

Incansável obreiro do jazz local – não apenas como músico, mas também como mentor da editora Tone Of A Pitch -, André Fernandes tem um novo grupo, depois de “Dream Keeper”, projecto internacional que mereceu as melhores críticas dentro e fora de portas.

“Centauri” junta Fernandes a dois dos mais talentosos e jovens saxofonistas portugueses, José Pedro Coelho e João Mortágua, e a uma das mais jovens e requisitadas secções rítmicas nacionais em Francisco Brito e João Pereira.

Sábado, 10 de Outubro às 22 horas

Sala do Clube R. B. Valadense

Monstro Mostrengo

Músicos:

Tiago Vigia – saxofone tenor

Manuel Rocha – guitarra

José Almeida – contrabaixo

Miguel Fernandez – bateria

Monstro Mostrengo é um projeto musical impulsionado por quatro músicos com formação de Jazz: Tiago Vigia (saxofone tenor), Manuel Rocha (guitarra), José Almeida (contrabaixo) e Miguel Fernandez (bateria). A partir dessa linguagem que partilham e que os une, criam temas originais combinando a improvisação e a composição harmónica e melódica.

O Mostrengo é uma criatura contrária à lei e à ordem preestabelecida. Neste projeto, o grupo procura criar e libertar o seu próprio monstro: uma expressão musical própria, fluída, liberta de conceitos e categorias. Na programação do nosso festival há a preocupação de criar oportunidade aos músicos da região, neste caso o saxofonista nazareno Tiago Vigia.

Domingo, 11 de Outubro às 17 horas

Sala do Clube R. B. Valadense

Palestra “PopRock vs Jazz” com Adelino Mota

Na impossibilidade de se realizar o “Jazz Valado Vai à Escola” aparece esta actividade, que foi realizada o ano passado na Escola Secundária Inês de Castro em Alcobaça, sendo agora aberta ao público em geral.

Pretende estabelecer comparações no aspeto musical entre dois géneros de música, tal como sugere o seu titulo. Partindo da ideia preconcebida que os jovens estão bastante familiarizados com o Pop-Rock, pretende-se comparar a instrumentação base entre os dois estilos, como, por exemplo, a diferença rítmica causada pela bateria e pelo baixo e entre as harmonias e melodias. Serão usados vídeos de músicos destes instrumentos, tocando as diversas linhas em separado e depois em resultado final.

Será usada linguagem não técnica e não há necessidade de conhecimento musical teórico prévio. Haverá ainda um espaço aberto a questões dentro do tema da palestra.

Esta é uma visão muito pessoal do palestrante.

Quiçá depois da palestra os ouvintes tenham mais interesse em ir ouvir e/ou até aprofundar os seus conhecimentos sobre jazz!

Quinta, 15 de Outubro às 22 horas

Sala do Clube R. B. Valadense

Carlos Bica & AZUL com Frank Möbus + Jim Black

Músicos:

Frank Möbus – guitarra

Carlos Bica – contrabaixo

Jim Black – bateria

Entre os vários projectos musicais que lidera, o seu trio AZUL com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black, tornou-se na imagem de marca do contrabaixista e compositor. Foi com estes dois músicos que fazem já parte integrante da personalidade musical do projecto, que Bica inaugurou a sua discografia pessoal – foi em 1996, o álbum chamou-se Azul e o grupo também.

Com Frank Möbus na guitarra e Jim Black na bateria, o português criou a montra ideal para as suas composições. A formação manteve-se, amadureceu uma identidade musical – que se confunde já com a do próprio Carlos Bica – e foi através dela que o contrabaixista voltou a expor notáveis resultados em 1999, com „Twist“, em 2003, com „Look What They’ve Done To My Song“, em 2006, com „Believer” e em 2014, com „Things About“.

Passados 20 anos desde a edição do primeiro álbum, Bica voltou a reunir em estúdio os seus companheiros de longa data para gravar „More Than This“, aquele que é o sexto álbum deste trio e que mantém intacta a formação original, numa empatia rara que tem contribuído para o reconhecimento internacional de Carlos Bica.

“Azul in Ljubljana” é o sétimo álbum do trio Azul de Carlos Bica com Frank Möbus e Jim Black. “Azul in Ljubljana” foi gravado ao vivo no Festival de Jazz de Ljubljana em 2015 e lançado em 2018 pela editora Clean Feed.

Sexta, 16 de Outubro às 22 horas

Sala do Clube R. B. Valadense

Tomás Marques Quarteto

Músicos:

Tomás Marques, saxofone alto

Samuel Gapp – piano

Rodrigo Correia – contrabaixo

Diogo Alexandre – bateria

Tomás Marques Quarteto é uma banda formada pelo saxofonista que lhe dá nome, propositadamente para o Prémio Jovens Músicos. Sendo todos alunos da Escola Superior de Música de Lisboa, Tomás reuniu estes amigos para o concurso, avançando assim com um novo quarteto.

Tomás Marques no saxofone, Samuel Gapp no piano, Rodrigo Correia no contrabaixo e Diogo Alexandre na bateria têm tocado com os maiores nomes do jazz português e cada vez mais solidificando estes novos nomes no Jazz em Portugal.

À volta de um jazz moderno e cheio de influências, tocam composições do saxofonista.

Este Concerto surge na sequência do grupo ter conquistado o Prémio Jovens Músicos, da Antena 2, na Categoria Combo de Jazz e faz parte integrante do Prémio numa parceria com o Festival de Jazz de Valado dos Frades.

Sábado, 17 de outubro às 22 horas

Sala do Clube R. B. Valadense

Elas e o Jazz

Músicos:

Joana Machado – voz

Marta Hugon – voz

Mariana Norton – voz

João Pedro Coelho – piano

Romeu Tristão – contrabaixo

André Sousa Machado – bateria

Sobre este projeto:

“Elas” recriam o universo dos musicais da Broadway e dos clubes de Jazz numa narrativa musical contada a 3 vozes.

Três cantoras, amigas e cúmplices, juntas em palco para partilhar o amor pelo jazz e pelas canções que fizeram a sua história.

Joana Machado, Marta Hugon e Mariana Norton cruzaram-se na escola do Hot Clube de Portugal, primeiro como alunas e depois como professoras. Desenvolveram projetos distintos e sólidos, colaborando por vezes, e cada uma compondo ou escrevendo o seu próprio repertório. Um dia, entre copos e música, revisitaram os seus standards preferidos e as suas possibilidades infinitas e surgiu a vontade de voltar a casa. A casa dos músicos de jazz que é feita de compositores como Cole Porter, Irving Berlin, George Gershwin, Richard Rogers, Jerome Kern ou Harold Arlen.

Acompanhadas por um trio de luxo, com João Pedro Coelho no piano, Romeu Tristão no contrabaixo e André Sousa Machado na bateria, ELAS recriam o universo sempre contemporâneo dos musicais da Broadway e dos clubes de jazz de NY, num espectáculo que, mais do que uma visita aos clássicos, é uma narrativa musical contada a três vozes, distintas, mas sempre feitas de emoção.

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