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Editorial

Na arena do relvado

Clara Bernardino

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A Alemanha tem vindo, nos últimos tempos, a impor a sua forma de pensar e de estar na política europeia, ditando as regras do que os outros países hão-de fazer ou não hão-de fazer. Os telejornais mostram-nos diariamente uma Sr.ª Merkel empenhada em ditar regras e ter opiniões sobre os elos mais fracos da economia europeia. Esta atitude é, só por si, deveras preocupante. A última vez na História da humanidade que a Alemanha teve uma atitude semelhante em relação aos restantes países da Europa, houve um holocausto e uma Segunda Guerra Mundial.

A Grécia tem vivido momentos de grande instabilidade política e social que têm sido amplamente difundidos pela imprensa internacional. Estas últimas eleições foram amplamente comentadas pelo país “mais forte” da comunidade europeia. Como se esses comentários fosses dissuadir os gregos de votar mais à esquerda ou mais à direita, conforme as suas convicções. Que fraca lição de democracia!

Se a Grécia é um dos elos mais fraco aos olhos da Alemanha em termos de economia e finanças, não o é, com certeza, nos relvados. Se a Alemanha e a Grécia tiverem de se defrontar, o jogo será uma metáfora do sentimento dos dois países: um com a convicção de que a sua supremacia o vai deixar bem colocado e o outro com vontade de mostrar que é o berço da civilização e, só por isso, já merece respeito. Mas como a vida de um país não se decide na arena do relvado, vamos esperar para ver o que acontece ao euro e à comunidade europeia!

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