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«…deixará Alcobaça com um sério problema».

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Instalação do futuro Hospital nas Caldas da Rainha Paulo Alexandre A Câmara Municipal de Alcobaça já tem um Plano B para o caso do Ministério da Saúde rejeitar a Quinta do Vale da Cela para a instalação do futuro Hospital Oeste-Norte. O presidente da autarquia, Paulo Inácio, numa entrevista a Piedade Neto na Rádio Cister, […]
«…deixará Alcobaça com um sério problema».

Instalação do futuro Hospital nas Caldas da Rainha

Paulo Alexandre A Câmara Municipal de Alcobaça já tem um Plano B para o caso do Ministério da Saúde rejeitar a Quinta do Vale da Cela para a instalação do futuro Hospital Oeste-Norte. O presidente da autarquia, Paulo Inácio, numa entrevista a Piedade Neto na Rádio Cister, afirmou-se «optimista em relação à escolha de Alfeizerão para aquelas instalações», mas adianta ter elaborado uma alternativa com vista à rentabilização do esforço financeiro da autarquia, de 3,5 milhões de euros. Paulo Inácio admite que «Alcobaça ficará com um sério problema para resolver devido aos 3,5 milhões de euros envolvidos na compra do terreno em Alfeizerão, caso a opção não recaia sobre a Quinta do Vale da Cela». Entretanto, e sobre o ressurgimento de um Movimento Cívico que defende a passagem de São Martinho do Porto para Caldas da Rainha, Paulo Inácio afirma que «não se deve dar importância a quem não a tem»,garantindo que nas vistas regulares à vila tem «constatado que a esmagadora maioria da população está de alma e coração com Alcobaça».

Quanto ao projecto da Regeneração Urbana da zona da Gafa, em Alcobaça, que transitou do anterior executivo, Paulo Inácio defende, agora, «a instalação dos serviços técnicos da autarquia por cima do edifício do Mercado Municipal». Segundo o presidente do executivo camarário, «esta poderá ser uma das respostas à reflexão que Alcobaça ainda está a fazer sobre o projecto», remetendo para daqui a dois meses mais novidades sobre esta matéria. Ao contrário do inicialmente previsto, a requalificação do Mercado Municipal poderá não contemplar a instalação de um restaurante, no piso superior a construir, mas antes a dos serviços técnicos da autarquia bem como a Loja do Munícipe. Já sobre a Requalificação do centro histórico, e mais concretamente o estacionamento que voltou a ser autorizado à volta do Mosteiro, o autarca revelou que a Câmara vai colocar, parquímetros na bolsa de estacionamento em frente à Ala Sul do Mosteiro de Santa Maria. «Esta medida servirá para ordenar o espaço destinado ao parqueamento no Rossio», acrescentou, algo que não tem acontecido desde que a autarquia abriu a Ala Sul aos automóveis. Em alternativa, e para não reduzir a oferta de estacionamento na zona envolvente ao Mosteiro, a Câmara irá «retirar os parquímetros da Rua João de Deus», mantendo-se o estacionamento pago nas Ruas Frei António Brandão, Engenheiro Duarte Pacheco e parte da Miguel Bombarda. Das políticas assumidas pela anterior liderança, e que a nova equipa camarária terá de respeitar, é o preço do abastecimento de água em alta a Alcobaça que mais inquieta o autarca, que já anunciou a intenção de pressionar o Governo a rever o acordo, pois «município não poderá comprar água a um preço superior ao que cobra aos seus

consumidores», acrescentou. «Inaceitável» é como Paulo Inácio classifica o preço que Alcobaça irá pagar pelo serviço, «provavelmente dentro de meses», à Empresa Águas do Oeste.

Das medidas que anunciou como prioritárias na sua governação, como a maior proximidade dos serviços aos munícipes, o presidente da Câmara fala, para já, na necessidade de colocar mais funcionários, tanto da autarquia como dos Serviços Municipalizados, na rua. A autarquia emprega 455 pessoas e o presidente do executivo diz que há áreas onde a sua utilidade é maior fora dos gabinetes. Sobre o número de funcionários do Município, Paulo Inácio afirmou que existem áreas onde eles estão em falta e outras que têm pessoas a mais, sendo a sua boa distribuição a maior preocupação. Sobre o futuro de alguns projectos que poderão mudar a dinâmica económica no concelho, como o golfe, Paulo Inácio revelou que o executivo de Alcobaça conseguiu convencer a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional a enviar uma equipa de trabalho por causa dos campos previstos. A visita de trabalho está prevista para o próximo dia 23 de Fevereiro. O objectivo é «desemperrar o processo burocrático» pois, adiantou o autarca, está em causa a «criação de postos de trabalho para os jovens de Alcobaça» no norte do concelho e em S. Martinho do Porto. Já quanto ao futuro da Região, a que pertence o concelho de Alcobaça, Paulo Inácio admite ser um defensor da «fusão de Leiria e Oeste» no âmbito do processo de regionalização, agora em discussão, por entender que «a união colocará Alcobaça numa posição de maior centralidade». O autarca alerta, contudo, que a fusão das duas regiões está dependente do traçado do TGV de Lisboa ao Porto, de que é contestatário.

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