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Empresário alcobacense acusa Executivo Camaráriode faltar à palavra

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Paulo Alexandre O empresário alcobacense, Salvador Maia, com várias propriedades no centro histórico de Alcobaça, acusa a Câmara Municipal, liderada por Gonçalves Sapinho, de “não cumprir promessas”. Um outdoor de grandes dimensões foi afixado junto do Rio Baça, na rua 16 de Outubro, para acusar o actual executivo camarário de diversas acções que não terão […]
Empresário alcobacense acusa Executivo Camarário<br>de faltar à palavra

Paulo Alexandre O empresário alcobacense, Salvador Maia, com várias propriedades no centro histórico de Alcobaça, acusa a Câmara Municipal, liderada por Gonçalves Sapinho, de “não cumprir promessas”. Um outdoor de grandes dimensões foi afixado junto do Rio Baça, na rua 16 de Outubro, para acusar o actual executivo camarário de diversas acções que não terão seguido o acordado durante a realização das obras de requalificação e modernização daquela zona envolvente ao Mosteiro e dos Rios.

Conforme se pode ler no cartaz, a Câmara “cortou as águas da vala há mais de seis anos; tirou a roda hidráulica, há 4 anos, e a vedação; utilizou o logradouro para construir um emissário subterrâneo, partiu e estragou”. O proprietário do cartaz termina as acusações, em público, com a recomendação de se dar um “fim ao mandato deste

executivo camarário”. O empresário escusa-se a falar mais sobre o assunto. Já o vice-presidente da Câmara Municipal, Carlos Bonifácio, afirmou que “foram feitas várias tentativas para alcançar um acordo com o empresário Salvador Maio mas que isso acabou por não ser possível”. Em causa estarão várias situações, em que o empresário se sente lesado, nomeadamente o loteamento dos antigos armazéns que possui em ruína na Rua D. Pedro, ao lado do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, que lhe em sido negado desde o final dos anos 70. Segundo o empresário, que foi expropriado recentemente pela Câmara Municipal desses imóveis, vários projectos de arquitectura para construção de habitações naquele espaço foram apresentados aos diversos organismos desde os finais dos anos 70 mas todos acabaram por ser chumbados, por diferentes razões. Os armazéns em causa estão no raio de protecção ao Mosteiro, património da UNESCO, pelo que, qualquer intervenção no espaço carece de aprovação de diversos organismos, nomeadamente o IGESPAR.

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