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Traçado do TGV põe em causa futuro da Área Industrial da Benedita

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Polémica no concelho de Alcobaça Clara Bernardino / David Mariano Segundo um Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o TGV (Comboio de Alta Velocidade) pode passar pelo litoral. O documento apresenta as vantagens e desvantagens de duas alternativas de traçado para o TGV no troço de Alenquer (OTA) – Pombal (Lote C1, como é chamado): uma […]

Polémica no concelho de Alcobaça Clara Bernardino / David Mariano Segundo um Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o TGV (Comboio de Alta Velocidade) pode passar pelo litoral. O documento apresenta as vantagens e desvantagens de duas alternativas de traçado para o TGV no troço de Alenquer (OTA) – Pombal (Lote C1, como é chamado): uma na zona litoral e outra mais a interior. A opção mais a Oeste é apresentada como mais favorável do ponto de vista ambiental.

O Projecto do Lote C1 do TGV abrange freguesias dos concelhos de Alcobaça (Prazeres e S.Vicente, Aljubarrota, Alpedriz, Benedita, Coz, Évora de Alcobaça, Pataias e Turquel); Batalha (Batalha e Reguengo do Fetal); Caldas da Rainha (A-dos-Francos, Landal e Vidais); Porto de Mós (Juncal, Pedreiras); Marinha Grande, Leiria e Pombal. A RAVE (Rede Ferroviária de Alta Velocidade) enviou à Câmara Municipal de Alcobaça, para consulta pública, o estudo aos traçados previstos para o comboio da alta velocidade no concelho. O documento está já a ser analisado, mas a autarquia prepara um protesto para apresentar à empresa responsável pela alta velocidade no país. É que a autarquia nunca participou em qualquer encontro onde tivesse acordado um traçado para o TGV e, por isso, não deverá aceitar nenhuma das sugestões adiantadas pela empresa. Para Rogério Raimundo, Vereador da Câmara Municipal de Alcobaça, é “lamentável a atitude da RAVE” que lançou à discussão pública um traçado que nunca discutiu com as freguesias de Alcobaça, que vão ser afectadas pela alta velocidade, ou com a Câmara Municipal. Já Gonçalves Sapinho, Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, considera ser mais importante valorizar a Linha do Oeste até à Figueira da Foz e só entende o TGV entre Lisboa e Porto se não houver paragens intermédias e desde que não “retalhem” o concelho de Alcobaça numa zona fulcral para o seu desenvolvimento económico-financeiro. A manter-se um primeiro traçado de que houve conhecimento em 2005, pode estar em causa o investimento na Quinta da Serra (destinada à Área Empresarial da Benedita), que foi adquirida pela Câmara a particulares por cerca de 5 milhões de euros e cujo Plano de Pormenor deverá estar concluído até meados de 2008. O valor estimado para o troço Ota – Pombal varia entre 8,3 e 10,3 milhões de euros por quilómetro, o tempo previsto para a sua construção é de 4 anos e a exploração da linha de alta velocidade está aprazada para o ano de 2015. Este projecto encontra-se em fase de Consulta Pública durante 45 dias e todas as opiniões e sugestões apresentadas por escrito serão consideradas e apreciadas, desde que relacionadas especificamente com o projecto em avaliação. Estas exposições deverão ser dirigidas ao Director-Geral da Agência Portuguesa do Ambiente. O documento, composto por peças desenhadas e escritas, pode ser consultado, por exemplo, na Câmara Municipal da Marinha Grande, durante o normal horário de expediente.

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