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Em busca do passado perdido do castelo de Alcobaça

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CULTURA ALCOBAÇA Com o apoio da Câmara Municipal de Alcobaça, os novos “Indiana Jones” estão de novo em Alcobaça, durante 15 dias, a recuperar fragmentos de um passado esquecido das 9h00 às 18h00, na Cooperativa Agrícola de Alcobaça e alojados na Escola D. Inês de Castro. Este grupo é bastante heterogéneo, quer no que diz […]

CULTURA ALCOBAÇA Com o apoio da Câmara Municipal de Alcobaça, os novos “Indiana Jones” estão de novo em Alcobaça, durante 15 dias, a recuperar fragmentos de um passado esquecido das 9h00 às 18h00, na Cooperativa Agrícola de Alcobaça e alojados na Escola D. Inês de Castro. Este grupo é bastante heterogéneo, quer no que diz respeito às nacionalidades, formação profissional, ou mesmo idade dos participantes. Esta iniciativa decorre desde 2002, por iniciativa do Arqueólogo da Câmara Municipal de Alter-do-Chão, Jorge António, responsável pelo projecto de intervenção arqueológica no Castelo de Alcobaça.

Para os pouco entendidos na arqueologia, à primeira vista, os objectos encontrados serão apenas cacos. Contudo, trata-se de fragmentos de cerâmica vidrada simples, de barro vermelho ou faiança, que datam de finais do século XVII e princípios do século XVIII. Grande parte do material encontrado, desde potes de barro, moedas, dedais, amostras de carvão, cavilhas, pregos, fivelas, anéis, a tigelas de louça, do último alcaide Bento Luís Correia de Melo são autênticas peças valiosas que, apesar da distância temporal, se assemelham em muito aos objectos utilizados na actualidade. Este trabalho envolve escavações, limpeza de materiais, colagens, entre outras actividades. Este ano, o grupo de intervenção está a recuperar os objectos encontrados. Com o término da campanha, o arqueólogo pretende apresentar um relatório final à vereadora da Cultura e ao IPA – Instituto Português de Arqueologia. Estes achados podem constituir uma importante ferramenta para a compreensão do passado de Alcobaça.

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