Carnaval “ressuscitado” pelos deputados municipais

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Depois de julgado, condenado, queimado e lançado ao mar o “Carnaval 2007” foi “ressuscitado” pelos deputados Assembleia Municipal da Nazaré reuniu na passada sexta-feiraCríticas e elogios ao “Carnaval 2007”, aplausos para os novos serviços locais da Segurança Social e congratulações pelos resultados do referendo sobre a IVG foram temas em debate António PauloNa sessão ordinária […]
Carnaval "ressuscitado" pelos deputados municipais

Depois de julgado, condenado, queimado e lançado ao mar o “Carnaval 2007” foi “ressuscitado” pelos deputados

Assembleia Municipal da Nazaré reuniu na passada sexta-feiraCríticas e elogios ao “Carnaval 2007”, aplausos para os novos serviços locais da Segurança Social e congratulações pelos resultados do referendo sobre a IVG foram temas em debate António PauloNa sessão ordinária da Assembleia Municipal da Nazaré – realizada na noite da passada sexta-feira – o “ressuscitar” do defunto “Carnaval 2007” foi um dos temas que dominou as intervenções dos deputados municipais das bancadas de PSD, PS e GCI. Se do lado dos social-democratas surgiram os elogios à organização e ao papel da Câmara Municipal da Nazaré, já por parte da oposição as opiniões favoráveis foram polvilhadas com críticas, a aspectos organizativos coordenados pela autarquia. Alegados atrasos no desfile de domingo e o excesso de ruído nocturno na zona histórica da vila, foram algumas das críticas escutadas e rebatidas pelo presidente da autarquia, Jorge Barroso, com as características do Carnaval nazareno, e com um alegado incumprimento de um acordo estabelecido com os exploradores dos bares daquela área.

Uma moção apresentada pelos socialistas relativa aos resultados do referendo da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) acabou por se aprovada por maioria, e uma outra, da autoria da bancada do PSD, congratulando-se pela manutenção do Serviço de Atendimento Permanente, ainda que transferido da Hospital da Confraria da Nossa Senhora da Nazaré para o actual Centro de Saúde da vila, recolheu a aprovação unânime do plenário, depois de o PS ter “forçado” à exclusão de referências ao estado daquelas instalações e da reivindicação de construção de outras de raiz. Uma outra moção de congratulação, igualmente apresentada pelo PSD, relativa à abertura das novas instalações dos serviços locais da Segurança Social. Por parte do deputado Manuel António Sequeira, foi feita uma referência a um projecto de programação e exploração do Cine Teatro da Nazaré, oportunamente remetido à Câmara Municipal, e que o ex-deputado bloquista quer ver debatido numa próxima sessão. Sequeira quis ainda saber qual o estado de andamento do processo de consulta popular sobre uma eventual alteração da data do feriado municipal, tendo obtido como resposta por parte do presidente da Assembleia, José Bento Jordão, que a pedido da Comissão Nacional das Eleições (CNE), o referendo começará a ser processualmente preparado no curto prazo, cumprido que está o referendo sobre a IVG. CNE, que com remetente do GCI da Nazaré, irá receber através da presidência da Assembleia, um protesto/denúncia, pelo facto de os seus membros não terem sido convocados para integrarem as assembleias eleitorais aquando da votação no referendo da IVG. O PS, um editorial, a marina e o GCI A questão do projecto da Marina, voltou a ser debatida, com Abílio Romão, líder da bancada do PS, a criticar contundentemente do ponto de vista ético e de conteúdo, o teor de um artigo de opinião da autoria do director do “REGIÃO”, António Salvador – que desempenha igualmente as funções de vereador do GCI no executivo e ausente da sessão – por, alegadamente, imputar ao PS a defesa da implantação da Marina a sul do porto do Abrigo, quando “sabe muito bem que a posição do PS é a de defesa que ela deverá ser criada numa zona entre a Estação de Tratamento de Águas Residuais e o “Barra Bar””. Mário Sousinha, ripostou às críticas rosa, referindo que “essa é uma posição individual do director do jornal, e quando for oportuno o GCI tornará pública a sua posição política”. Da ordem de trabalhos todos os pontos acabaram aprovados, com particular destaque, para a definição da taxa para levantamento dos veículos depositados no Aterro Sanitário, para a “2ª Alteração do PDM na área do Parque do Campismo de Vale Paraíso”, para o “Regulamento de Inventário e Cadastro do Património dos Serviços Municipalizados da Nazaré” e para o “Relatório de Gestão Patrimonial dos Serviços Municipalizados do ano de 2005”, documentos que há vários meses deveriam ter sido enviados ao Tribunal de Contas, falta que motivou uma “intimação” por parte deste, um atraso que o presidente da autarquia, Jorge Barroso, justificou com dificuldades de adaptação e aplicação Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais.

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