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Greve de professores agendadapara 19 de Janeiro

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120 mil professores protestaram contra as políticas do governo PSMais de 200 professores dos concelhos da Nazaré e Alcobaça marcaram presença na manifestação, em Lisboa, no passado sábado, segundo números avançados pelo Sindicato de rofessores do Centro. Foi a maior manifestação de professores de sempre. Cerca de 120 mil professores saíram à rua, este sábado, […]

120 mil professores protestaram contra as políticas do governo PSMais de 200 professores dos concelhos da Nazaré e Alcobaça marcaram presença na manifestação, em Lisboa, no passado sábado, segundo números avançados pelo Sindicato de rofessores do Centro. Foi a maior manifestação de professores de sempre. Cerca de 120 mil professores saíram à rua, este sábado, em Lisboa, para contestar as políticas educativas do Governo, em particular o método de avaliação de desempenho. Os sindicatos falam na adesão de 85% da classe. Professores de todo o País a marcaram presença na capital. As dezenas de milhares de professores que participaram, no passado sábado, na manifestação nacional contra a avaliação de desempenho aprovaram, por unanimidade, a realização de uma greve nacional a 19 de Janeiro, caso o Ministério da Educação continue intransigente quanto à suspensão do modelo.

No final do desfile entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal, além da greve nacional, os professores concordaram com a realização de protestos nas capitais de distrito na última semana deste mês e uma nova marcha nacional ainda durante este ano lectivo.As reivindicações que levaram os professores à rua serão as mesmas que vão motivar os protestos aprovados: o regresso às negociações sobre a avaliação de desempenho com o ministério, o concurso de colocação de professores, os horários de trabalho, o novo regime de gestão e administração escolar e o Estatuto da Carreira Docente. A Plataforma Sindical dos Professores decidiu ainda abandonar a comissão paritária de acompanhamento da aplicação do modelo de avaliação. Sobre o estatuto da carreira docente, os professores querem que seja eliminada a divisão da profissão em duas categorias hierarquizadas e “todos os constrangimentos administrativos à progressão na carreira”.

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