Orçamento para 2007 aprovado

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Orçamento para 2007 foi aprovado por maioria na última reunião do executivo alcobacenseCDU abandona a sala de reunião e PS vota contraQuebra de 10 por cento relativamente a 2006 marca orçamento que prevê receitas na ordem dos 53 milhões de euros.Joana FialhoO orçamento municipal alcobacense para o próximo ano, aprovado por maioria, na reunião ordinária […]

Orçamento para 2007 foi aprovado por maioria na última reunião do executivo alcobacenseCDU abandona a sala de reunião e PS vota contraQuebra de 10 por cento relativamente a 2006 marca orçamento que prevê receitas na ordem dos 53 milhões de euros.Joana FialhoO orçamento municipal alcobacense para o próximo ano, aprovado por maioria, na reunião ordinária do executivo alcobacense, do passado dia 4, apresenta uma quebra de 10 por cento em relação ao ano de 2006, ficando um pouco abaixo dos 52.7 milhões de euros, ao mesmo tempo que aponta para um aumento das despesas na ordem dos 2.7 pontos percentuais, naquele que é classificado por José Gonçalves Sapinho, presidente da autarquia, como um “esforço de poupança”.

O presidente alcobacense salienta que o que se pretende é “produzir mais com menos”, contando para isso com os frutos da “política de promoção de Alcobaça” levada a cabo pela autarquia nos últimos anos e investindo na dinamização social, industrial, cultural e patrimonial do concelho.Melhoria da rede viária, informatização dos Serviços Municipalizados, elaboração da Carta Educativa e aprovação de centros escolares, construção e reabilitação de espaços desportivos e recreativos, incentivo ao empreendedorismo, impulsionamento de Área de Localização Empresarial (ALE) da Benedita, e a dinamização do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. São estas algumas das prioridades da Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) para o ano de 2007, inscritas no Plano Plurianual de Investimentos.CDU abandona e PS vota contraA votação dos documentos previsionais, que amanhã serão apresentados à Assembleia Municipal, ficou marcada pelo abandono do vereador da CDU, Rogério Raimundo, e pelo voto contra da vereadora do PS, Dulce Bagagem. Rogério Raimundo abandonou a sessão e recusou assinar os documentos por considerar que a Lei do Estatuto da Oposição, que prevê que todos os partidos políticos devem ser convocados previamente para tomarem conhecimento e poderem pronunciar-se quanto ao orçamento, terá sido violada pela maioria PSD, uma posição prontamente contestada por Gonçalves Sapinho que afirmou que “nunca os documentos foram entregues com a antecedência com que têm sido desde há oito anos para cá”.Já a representante do PS afirmou, na sua declaração de voto, que votou contra por entender que “no Plano Plurianual deveriam estar definidos os objectivos políticos e as metas financeiras dos orçamentos actuais”, sendo que esta ausência, bem como alguns desaparecimentos súbitos, “provam que este instrumento de gestão e planeamento não é usado pelo executivo da Câmara Municipal de Alcobaça”. Durante a reunião foi também aprovado o Plano Plurianual de Investimentos dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Alcobaça.

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