Virar a página

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
Fututramente, nascerão 17 vivendas no terreno onde já estiveram 26 barracasDepois de um bairro de barracas, o terreno da Quinta da Gafa destina-se à construção de vivendasO terreno onde durante duas décadas esteve um bairro de barracas da comunidade cigana destina-se à construção de 17 vivendasLiliana JoãoA demolição do bairro de barracas de madeira e […]

Fututramente, nascerão 17 vivendas no terreno onde já estiveram 26 barracasDepois de um bairro de barracas, o terreno da Quinta da Gafa destina-se à construção de vivendasO terreno onde durante duas décadas esteve um bairro de barracas da comunidade cigana destina-se à construção de 17 vivendasLiliana JoãoA demolição do bairro de barracas de madeira e zinco da comunidade cigana que durante mais de duas décadas viveu na Quinta da Gafa, e que teve lugar no da passado dia 27 de Julho, no mesmo dia em que a Câmara Municipal de Alcobaça (CMA) e o Instituto Nacional de Habitação (INH) entregaram as chaves das habitações do Bairro Social da Bela Vista, em Alcobaça, onde foram realojadas 24 famílias ciganas, foi o primeiro passo para a “requalificação” daquele espaço.

O terreno agora limpo é propriedade da autarquia, mas em breve deverá ser transferido para a posse da Fundação Maria e Oliveira, no cumprimento de uma deliberação aprovada no anterior mandato autárquico que aponta para a cedência do espaço àquela instituição, como forma de pagamento pela CMA da compra na década de oitenta da Quinta da Conceição.“Imponha-se a limpeza do terreno no próprio dia em que eram entregues as chaves aos ciganos”, contou António Rainho, director da Fundação Maria e Oliveira de Alcobaça, explicando que “houve um entendimento entre a Fundação e a autarquia estabelecendo-se horários, os quais foram cumpridos, nomeadamente a demolição do bairro que teve início às 17 horas estando terminada alguns minutos depois”. Com a limpeza do terreno completa, António Rainho assegura que “o terreno será vedado”, apesar de estar destinado para uma área urbanística, através de uma permuta entre a Fundação e a autarquia. “Mais tarde ou mais cedo, segundo o Plano de Pormenor da autarquia”, como frisou António Rainho “aquele espaço será urbanizado, onde serão construídas 17 vivendas”.Para onde futuras instalações?“O actual edifício do lar da Fundação não pode ser alargado porque é um edifício antigo”, mencionou António Rainho, admitiu que “é pretendido, construir o novo lar, se possível, nos terrenos da Quinta da Preta, no Casal Pereiro, através dessa permuta com a autarquia”. No entanto, se esse terreno estiver “na rota” da Via de Cintura Interna, que atravessa o Casal Pereiro, António Rainho não adianta outro local, apenas apontou que “havemos de encontrar outro espaço que consideremos digno para a instalação do lar”.O Jardim de Infância “João de Deus”, também propriedade da Fundação Maria e Oliveira, serão as únicas instalações que irão continuar onde actualmente funcionam, apesar de estar programado o alargamento do espaço com a construção de um pavilhão polidesportivo, “para que as crianças tenham mais um espaço para fazer desporto e as suas brincadeiras”, como explicou o director da Fundação. Deste modo, o espaço actualmente vazio e que nas últimas décadas foi ocupado pelos elementos da etnia cigana, juntamente com o espaço das actuais instalações do lar da Fundação. “Este espaço servirá de permuta com a Câmara Municipal de Alcobaça para encontrar um sítio para as futuras instalações do lar da Fundação”, elucidou Rainho.

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados

Serafim António é o novo presidente da Câmara da Nazaré

12 anos depois, PSD reconquista Nazaré com vitória expressiva: Serafim António é o novo presidente da Câmara. Chega entra no executivo pela primeira vez e CDU perde representação. PSD conquista também a Assembleia Municipal e a Junta da Nazaré. Festa...

556241405 122142549644834810 1117073284101100833 n