Centro Hospitalar vai funcionar no rés-do-chão do HospitalConfraria de Nossa Senhora da Nazaré investe na procura de mais receitasA Confraria vai avançar para a prestação de novos serviços privados mantendo os protocolados com o Serviço Nacional de SaúdeAntónio PauloA Confraria de Nossa Senhora da Nazaré (CNSN) deu recentemente início às obras de implantação no seu hospital do futuro Centro Hospitalar, que funcionará no rés-do-chão do edifício.
De acordo com informações prestadas ao REGIÃO por Abílio Santiago, presidente da Mesa Administrativa da Confraria, “o Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Nazaré em nada interferirá com o normal funcionamento do internamento e com outros serviços prestados no âmbito dos acordos estabelecidos com o Serviço Nacional de Saúde (SNS)”. O Centro Hospitalar Nossa Senhora da Nazaré, “estará virado para a prestação de serviços em regime particular, e funcionará com 21 especialidades, além de alargar o tipo de meios auxiliares de diagnóstico já disponibilizados, sendo vocacionado para servir a população que tem de recorrer a serviços de saúde nos concelhos vizinhos”.De acordo com Abílio Santiago, a nova unidade de saúde resulta “do facto das actuais instalações do hospital, bem como algum do pessoal, se encontrarem desaproveitados, face à não existência de protocolos com o SNS, e perante o fim das consultas de especialidade subsidiadas”. Abílio Santiago sublinha que as ligações e a prestação de serviços protocolados com o SNS, “não só se manterão como se alargarão”, uma vez que o regime de internamento a funcionar no primeiro piso com as suas 15 camas disponíveis, “passarão a partir de 1 de Julho a integrar a rede de cuidados continuados de saúde, cuja celebração de protocolo está prevista para breve”.A CNSN pretende igualmente a sua actividade à área da Segurança Social, sector onde a instituição pretende investir, projectando avançar para a criação de 25 “residências assistidas” tipo T0 ou T1. Estas destinar-se-ão a servir de moradia de férias ou com carácter permanente, estando a CNSN em conversações com a Segurança Social de países nórdicos para a futura celebração de protocolos, se bem que, as residências estejam disponíveis para quem as procure. “Encontrar mais receitas para fazer face a cada vez a mais despesas” é, para Abílio Santiago o objectivo prioritário desta busca de novas fontes de financiamento por parte da CNSN, face à desvalorização crescente dos produtos florestais, uma das prinicipais fontes de receita a par do Norparque e torres eólicas.




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