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Avaliação do excesso de peso e obesidade na escola

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Uma avaliação ao peso dos alunos que frequentam a rede pública de ensino pré-escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico no concelho da Nazaré indica que 12, 8% apresenta excesso de peso (42,1% masculino; 57,9% feminino), e 14,1% é obeso (54,6 % masculino; 45,4% feminino). Os dados são referentes ao ano letivo 2022/2023 e têm […]

Uma avaliação ao peso dos alunos que frequentam a rede pública de ensino pré-escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico no concelho da Nazaré indica que 12, 8% apresenta excesso de peso (42,1% masculino; 57,9% feminino), e 14,1% é obeso (54,6 % masculino; 45,4% feminino).

Os dados são referentes ao ano letivo 2022/2023 e têm como amostragem [representativa] as crianças cujos pais/encarregados de educação autorizaram a avaliação, não correspondendo, por isso, à totalidade dos alunos que frequentam estes níveis de ensino.

De acordo com o levantamento, efetuado pela nutricionista do Município, 11,2% alunos do 1º ciclo apresentam excesso de peso, enquanto no pré-escolar a percentagem sobe para os 14,2 %.

Quanto à obesidade, registaram-se 16,4% de alunos do 1º ciclo do ensino básico neste índice e 9,8% na pré-escola.

Dânia Mafra, refere que “o concelho apresenta valores mais baixos relativamente ao excesso de peso, mas superiores em relação à obesidade” comparativamente aos dados nacionais.

Os valores disponibilizados pelo sistema de vigilância nutricional infantil integrado no estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative da Organização Mundial da Saúde/Europa, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, na sua qualidade de Centro Colaborativo da OMS para a Nutrição e Obesidade Infantil, em 2021/2022, referem que 31,9% das crianças tinham excesso de peso, das quais 13,5% apresentavam obesidade.

Para este levantamento, participaram 226 escolas e foram avaliadas 6205 crianças, em articulação com as Administrações Regionais de Saúde (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve) e Direções Regionais de Saúde dos Açores e da Madeira, constituindo-se como uma rede sistemática de recolha, análise, interpretação e divulgação de informação descritiva sobre o estado nutricional infantil de crianças portuguesas em idade escolar do 1º Ciclo EB, dos 6 aos 8 anos.

A 4 de março assinalou-se o Dia mundial da Obesidade, bem como os 20 anos do reconhecimento da Obesidade como doença em Portugal, país pioneiro no seu reconhecimento como doença crónica [2004].

A obesidade conduz a um aumento na prevalência de outras doenças, sendo um fator de risco como a diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares. Além de interferir, marcadamente, na qualidade de vida da população portuguesa, representa um elevado peso económico sobre o sistema de saúde, segundo o estudo desenvolvido pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade (SPEO), o Custo e Carga da Obesidade em Portugal.

O estabelecimento de políticas de literacia em saúde eficazes, desde o ensino básico, que possam alertar e sensibilizar as famílias para a importância de estilos de vida saudáveis é uma das recomendações da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade.

“Prato Colorido, Prato Divertido” nas escolas por uma alimentação saudável

Desde 2018 que o Município da Nazaré, em resultado de uma parceria com o ACES Oeste Norte (Agrupamento de Centros de saúde Oeste Norte), acompanha os alunos, e aconselha os pais, com escolhas mais saudáveis na alimentação infantil, com um trabalho que envolve a identificação, prevenção e controlo da obesidade infantil no Concelho.

O objetivo é que as opções alimentares passem a ser as mais indicadas de acordo com a idade e necessidades nutricionais. Os estudos revelam que a má alimentação aliada à falta de atividade física são as principais causas da obesidade infantil. As lancheiras transportam parte da responsabilidade pelo aumento do número de casos, já que são compostas por alimentos com elevado teor de gordura e açúcar.

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