Q
[el_ajax_search search_placeholder=”Comece a digitar para procurar… ” number_of_results=”300″ orderby=”ID” no_result_text=”Sem Resultados” show_search_icon=”off” display_fields=”on|off|on|off” number_of_columns=”4″ use_masonry=”on” loader_size=”14px” loader_color=”#2D3670″ _builder_version=”4.16″ _module_preset=”default” form_field_background_color=”#FFFFFF” form_field_text_color=”#333333″ form_field_focus_background_color=”#FFFFFF” form_field_focus_text_color=”#9D1D21″ search_result_item_title_font_size=”14px” search_result_item_title_line_height=”1.4em” form_field_font=”||||||||” form_field_font_size=”14.1px” form_field_line_height=”1.4em” positioning=”relative” z_index=”9999″ width=”100% ” animation_style=”fade” animation_duration=”500ms” animation_delay=”10ms” custom_css_main_element=”width:100% ;||” border_radii_form_field=”on|0px|0px|0px|0px” border_color_all_form_field=”#9D1D21″ global_colors_info=”{}”][/el_ajax_search]
[speaker]
[speaker]

PCP pede apoios para regularizar situação dos trabalhadores da SPAL

JL

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
O PCP pediu ao Governo a tomada de medidas urgentes para regularizar a situação dos trabalhadores da SPAL, na Nazaré, cujo subsídio de Natal está a ser pago em prestações por dificuldades económicas da empresa.

Numa pergunta dirigida à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, o PCP acusa a Sociedade de Porcelanas de Alcobaça (SPAL), de ter em curso uma reestruturação em que “os cortes e ajustamentos têm sido sempre feitos à custa dos trabalhadores”.

Em causa está o pagamento fracionado do subsídio de Natal, denunciado em dezembro de 2020 pelas concelhias comunistas da Nazaré e de Alcobaça, depois de a empresa ter decidido o pagamento de 25%, deixando os restantes 75% por regularizar em mais três prestações.

“Ganha contornos ainda mais gravosos tendo em conta que atravessamos um período de enormes dificuldades para a maior parte das famílias em Portugal”, referem os deputados no documento enviado, em que acusam a SPAL de estar “a reter indevidamente” parte do subsídio dos trabalhadores.

De acordo com o PCP, a SPAL recebe por parte da Segurança Social “o montante relativo a 50% do referido subsídio referente aos trabalhadores que se encontram em ‘lay-off’. Logo, está a reter indevidamente 25% do subsídio que deveria ser entregue imediatamente a estes trabalhadores”, além de “incumprir com a parte que lhe cabe”.

Em dezembro, numa resposta à agência Lusa, a empresa justificou o pagamento de apenas 25% do subsídio com as “dificuldades económicas que se encontram espelhadas no Processo Especial de Revitalização [PER]”, que avançou em setembro de 2020, para responder à “crise empresarial” agravada pela queda abrupta e significativa da economia mundial, causada pela pandemia de covid-19.

Questionada pela Lusa, a empresa afirmou hoje estar “previsto o pagamento das restantes tranches de 25% nos meses seguintes”.

Tendo em conta os prejuízos acumulados, sobretudo nos últimos dois anos, a SPAL tem vindo a tomar medidas de reestruturação, entre as quais o despedimento de 38 trabalhadores e rescisões por mútuo acordo com outros 30 por não ter havido a retoma significativa de encomendas.

A empresa manteve os restantes 270 postos de trabalho.

O PCP quer agora saber se o Governo tem conhecimento da “grave situação” que enfrentam os trabalhadores da SPAL e que “medidas urgentes” estão a ser tomadas para que sejam respeitados os direitos dos trabalhadores.

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados

Serafim António é o novo presidente da Câmara da Nazaré

12 anos depois, PSD reconquista Nazaré com vitória expressiva: Serafim António é o novo presidente da Câmara. Chega entra no executivo pela primeira vez e CDU perde representação. PSD conquista também a Assembleia Municipal e a Junta da Nazaré. Festa...

556241405 122142549644834810 1117073284101100833 n