Q
[el_ajax_search search_placeholder=”Comece a digitar para procurar… ” number_of_results=”300″ orderby=”ID” no_result_text=”Sem Resultados” show_search_icon=”off” display_fields=”on|off|on|off” number_of_columns=”4″ use_masonry=”on” loader_size=”14px” loader_color=”#2D3670″ _builder_version=”4.16″ _module_preset=”default” form_field_background_color=”#FFFFFF” form_field_text_color=”#333333″ form_field_focus_background_color=”#FFFFFF” form_field_focus_text_color=”#9D1D21″ search_result_item_title_font_size=”14px” search_result_item_title_line_height=”1.4em” form_field_font=”||||||||” form_field_font_size=”14.1px” form_field_line_height=”1.4em” positioning=”relative” z_index=”9999″ width=”100% ” animation_style=”fade” animation_duration=”500ms” animation_delay=”10ms” custom_css_main_element=”width:100% ;||” border_radii_form_field=”on|0px|0px|0px|0px” border_color_all_form_field=”#9D1D21″ global_colors_info=”{}”][/el_ajax_search]
[speaker]
[speaker]

Bernardo Lúcio expõe “Domínio Público-Privado” na Galeria do Cine-teatro

JL

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
“Domínio Público-Privado” é o título da exposição que Bernardo Lúcio apresenta na Galeria do Cine-teatro da Nazaré até 19 de maio.

A mostra é um desafio à reflexão. Através de um conjunto de fotografias, o autor apresenta lugares da Ria Formosa, uma faixa de território a prazo, ameaçada pela Lei e pelo mar, onde entre demolições e a erosão costeira, resistem casas de pescadores, casas de férias, o último retiro na reforma ou, noutros casos, a casa possível.

À vista de resorts de luxo, o desordenamento dá lugar ao espontâneo, ao genuinamente simples e descomplicado.

“Para uns, lixo, mas para outros luxo, junto ao mar. Independentemente de juízos de valor, são locais únicos, a caminho da extinção”, refere o autor.

Nota biográfica do autor

Bernardo Lúcio nasceu em Coimbra, em 1977, tendo ido para Lisboa no ano seguinte, onde cresceu e estudou. Filho de um nazareno, desde sempre que a ida “à terra” tinha como destino a Nazaré.

Depois de tirar o curso de Direito, foi da Nazaré que surgiram dois apelos: o da costa, que o levou a ir viver para perto do mar no Algarve, e o da fotografia, legado deixado pelo seu bisavô, Álvaro Laborinho, fotógrafo amador, um apaixonado pela Nazaré e suas gentes.

Abandonado o Direito em prol de uma atividade mais criativa, a fotografia começou a ganhar especial importância a partir de 2010, desenvolvendo trabalho comercial em diversas áreas, para além de projetos pessoais onde pode expressar a sua criatividade de forma mais livre.

Horário da Galeria do Cine-teatro:

De 2ª a domingo, a partir das 14h00.

Entrada livre

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados

Os Pharol no Coliseu dos Recreios: Uma Sala de Ensaio em 360º

Entrevista com a banda antes do concerto mais importante da sua carreira Os Pharol preparam-se para um dos maiores marcos da sua jornada musical: um concerto no emblemático Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Conhecidos pelas suas versões surpreendentes de clássicos...

pharol2222