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Serviços hospitalares no Oeste preocupam comunidade intermunicipal

Paulo Alexandre

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A Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim) manifestou, na passada semana, preocupação pela "degradação dos serviços" hospitalares na região e criticou o ministro da Saúde por, alegadamente, ainda não se ter disponibilizado para realizar uma reunião pedida pelos autarcas desde 2012.

A “profunda preocupação com a degradação dos serviços” foi expressa num comunicado em que a OesteCim manifesta “profunda apreensão” pela reorganização do Centro Hospitalar do Oeste.

A posição agora divulgada foi aprovada por unanimidade na última reunião do Conselho Intermunicipal, considerando os autarcas que a situação tende a agravar-se, dado estar-se “em plena época balnear com uma grande afluência de pessoas à região”.

No comunicado, a OesteCim demonstra “estranheza e inquietação pelo facto de ainda não ter sido nomeado o conselho consultivo” do CHO, que deverá incluir três elementos propostos pelo conselho de administração (CA) e outros elementos eleitos pelos colaboradores do centro hospitalar.

Para a OesteCim é também incompreensível que o “Estudo da Reorganização do Centro Hospitalar do Oeste” não tenha sido enviado ao conselho intermunicipal, nem “pelo Gabinete do sr. Ministro nem pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo-IP”, não tendo os autarcas “conhecimento do seu conteúdo”.

O Estudo de Reorganização do CHO foi iniciado após o Governo ter decidido juntar os hospitais de Torres Vedras, Caldas da Rainha, Peniche e Alcobaça num único centro hospitalar.

A fusão pretendia acabar com a duplicação de serviços de saúde entre hospitais e rentabilizar recursos através da concentração em Torres Vedras da ortopedia e da cirurgia, enquanto Caldas da Rainha ficaria com a obstetrícia e a pediatria, segundo uma proposta elaboradas pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

Além de garantir que nunca teve conhecimento do documento que serviu de base à distribuição de valências e serviços pelos vários hospitais do CHO, a OesteCim critica a “indisponibilidade” do ministro da Saúde, Paulo Macedo, para “realizar uma reunião solicitada em fevereiro de 2012 e reiterada em junho de 2013”.

O processo de reorganização hospitalar tem sido contestado por autarcas, partidos políticos e movimentos cívicos que contestam o encerramento de valências.

O CHO abrange os concelhos de Caldas da Rainha, Torres Vedras, Peniche, Óbidos, Bombarral, Cadaval, Lourinhã e parte dos concelhos de Alcobaça e Mafra, servindo mais de 292.500 pessoas.

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