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Câmara da Nazaré pede investigação a depósitos em contas pessoais do ex-presidente

JL

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A Câmara da Nazaré quer que o Ministério Público e a Procuradoria-Geral da República investiguem dois depósitos efectuados por funcionários da autarquia em contas pessoais do anterior presidente, mas Jorge Barroso assegura não haver qualquer ilegalidade.

A decisão de “enviar às entidades competentes [Ministério Público e Procuradoria Geral da República] os documentos encontrados no edifício do ascensor” foi hoje aprovada pela maioria do executivo ao qual foram apresentadas provas da realização de dois depósitos “em contas pessoais” do anterior presidente, Jorge Barroso (PSD).

Do dossiê apresentado pelo actual presidente, Walter Chicharro (PS), com documentação remetida pelo conselho de administração dos Serviços Municipalizados (SMAS) da Nazaré, constam dois talões de depósito e respectivos envelopes, com a inscrição “Conta pessoal de Jorge Barroso”.

Os depósitos, no valor de 500 euros, foram efectuados a 28 de Abril de 2008, em dois bancos diferentes, sendo que num deles consta a assinatura de um funcionário dos SMAS, responsável pela gestão do ascensor da Nazaré, que liga a praia ao Sítio, a 120 metros de altitude.

Os documentos, encontrados num escritório dos serviços, foram considerados pelo actual presidente, Walter Chicharro, “documentação anómala, sem fundamento na regular actividade dos Serviços Municipalizados”, cuja proveniência a maioria do executivo quer ver “aclarada”.

Contactado pela Lusa o ex-presidente da câmara, Jorge Barroso, assegurou: “seguramente não irão encontrar, em relação a mim, nenhuma ilegalidade”, esclarecendo que os depósitos poderão estar relacionados com eventuais “avanços de dinheiro para pequenas despesas”.

O autarca que “não usava normalmente cartão de crédito”, admite que possa ter “pago algumas despesas das quais depois era restituído” e que eventualmente “tenha sido pedido a um funcionário que fizesse o depósito”.

O envio dos documentos para “as entidades competentes” mereceu a concordância dos vereadores do PS e do PSD e uma abstenção do independente António Trindade, que defendeu que fossem feitas “buscas nos serviços” para verificar se existiam documentos que pudessem justificar a realização dos depósitos.

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