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Alcobaça define 2013 como meta para liquidação total de dívidas a fornecedores

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O presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio, prometeu, na Assembleia Municipal, atingir uma “dívida zero a fornecedores, em maio de 2013”. Esta foi a reação do autarca a um dos momentos criativos da noite, proporcionados pelo deputado da CDU, João Paulo Raimundo, que, a propósito da dívida Câmara, fez uma visita imaginária às obras anunciadas pelo atual executivo municipal, que não foram cumpridas.

“Hoje visitar o Parque Verde em Alcobaça. Adorei. Fresco, retemperador. De seguida fui visitar o Museu do Vinho, recuperado, rejuvenescido, uma lição de história. Passei pelo novo campo de futebol sintético, junto ao Museu do Vinho, espectacular. Fui de seguida visitar o Hospital de Alcobaça, no antigo Mercoalcobaça.

Fiquei sem palavras. Passei pelo novo edifício da Câmara, por cima do mercado municipal. Fantástico. Deixei o carro estacionado no novo parque subterrâneo, em frente à Câmara. Espaçoso. Útil. Passei pelas rotundas de Alfeizerão e Fervença. Lindas. Com obras não muito caras, como prometeu em Agosto de 2010, passei ”pela nova Área de Localização de Empresas da Benedita. Com 50 anos de atraso, mas espaçosa, muito bem equipada. Gostei muito de ver a central elétrica da Companhia Fiação e Tecidos, a funcionar, renovada. Visitei também os Centros Escolares de Cela, Alfeizerão, Turquel e Pataias. Fabulosos.

Desloquei-me ao novo Destacamento da GNR da Quinta das Freiras.

Brilhante. Por último, mas não inferior, fui visitar o novo Hospital de Alfeizerão. Fiquei sem palavras”, descreveu o eleito.

Paulo Inácio disse, em reação, que apesar do seu executivo ter executado poucas obras, devido à situação financeira do município, conseguiu diminuir a dívida da autarquia para os 9,6 milhões de euros.

De acordo com Paulo Inácio a “autarquia já liquidou, desde novembro de 2009, 4,7 milhões de euros de dívida a fornecedores”.

“Em maio de 2013 será possível que a Câmara não deva a fornecedores”, acrescentou.

“Este foi o ano em que mais reduzimos a dívida, adiantando que “neste momento a dívida é de 9,6 milhões de euros, mas que em 20 dias, com a receção do IMI, passará a ser de cerca de 7,5 milhões de euros”.

“A esse valor deverão subtrair-se os 4 milhões de euros proveniente do PAEL”, o que se se confirmar deixará, pelas contas do autarca, a dívida do Município em 3,5 milhões.

“O restante deverá ser colmatado com o IMI que vier a ser cobrado no próximo ano, em maio“.

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