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Contestação a novo realojamento de ciganos em zonas nobres de Alcobaça endurece

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Paulo Alexandre Aumenta a contestação popular contra a forma como têm estado a ser realojadas as famílias de etnia cigana em Alcobaça. O que começou por ser uma contestação por causa da presença de uma família cigana no centro histórico estendeu-se ao realojamento deliberado, recentemente, pela Câmara Municipal, de mais duas famílias em ruas próximas […]

Paulo Alexandre Aumenta a contestação popular contra a forma como têm estado a ser realojadas as famílias de etnia cigana em Alcobaça. O que começou por ser uma contestação por causa da presença de uma família cigana no centro histórico estendeu-se ao realojamento deliberado, recentemente, pela Câmara Municipal, de mais duas famílias em ruas próximas ao Estádio Municipal de Alcobaça. Os moradores e comerciantes de Alcobaça voltaram, no dia 1 de Setembro a reunir com o presidente do executivo camarário, Paulo Inácio, sobre um assunto que já tinha originado uma manifestação. Paulo Inácio frisou que «o realojamento é temporária e que as três famílias, antes a residir na Cova da Onça, irão, no futuro, para habitações sociais, a construir pela autarquia». A resposta não agradou aos populares que já decidiram voltar com novas formas de contestação. As medidas poderão passar por um protesto durante a inauguração do Centro Escolar ou por uma deslocação à Assembleia Municipal de Alcobaça, para além da realização de um “luto simbólico” que passará pelo encerramento dos estabelecimentos comerciais, assim como as portas e janelas dos moradores da cidade. A Câmara Municipal realojou três famílias de etnia cigana em apartamentos da cidade de Alcobaça, por causa da abertura do centro educativo, situado na Quinta da Cova da Onça, o mesmo terreno onde habitavam, em barracas, cerca de 15 elementos de etnia cigana. Alguns destes elementos fugiram do bairro “Bela Vista”, criado pelo anterior executivo camarário com vista a realojar definitivamente as famílias de etnia cigana que moravam, há anos, em barracas de madeira, numa das principais entradas da cidade de Alcobaça. Alegaram “mau relacionamento” entre famílias para abandonarem as suas casas e exigiram novas soluções para a sua vida.

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