No dia 18 do corrente três amigos que praticam BTT, Paulo Veigas residente na Nazaré, Mário Louro (Salir do Porto) e Carlos Pintassilgo (Alcobaça), fizeram um desafio à sua resistência física e psicológica e também à devoção e divulgação dos seus concelhos e partiram para a aventura de percorrerem os caminhos até Santiago de Compostela a partir da Nazaré com inicio no Parque das Merendas em Valado dos Frades. Estes três amantes da modalidade de BTT, saíram do Valado às 8h15 minutos tendo chegado a Aveiro com grande fadiga devido ao vento forte que se fez sentir essencialmente a partir da Figueira da Foz, tendo chegado à Veneza Portuguesa (Aveiro) por volta das 19 h. No segundo dia de aventura BTTista, os três atletas atravessaram de barco de Aveiro para São Jacinto rumo à sé do Porto onde colocaram mais um carimbo de passagem na respectiva Credencial de Peregrino, visto que já tinha sido carimbada inicialmente no Município da Nazaré, após mais umas horas de longa pedalada chegaram a Barcelos por volta da 18 horas. No terceiro dia de prova, e após algumas reparações técnicas nos veículos, verdadeiros Todo Terreno, chegaram a Valença do Minho. No quarto dia de prova, e já com alguma fadiga um dos elementos fez uma entorse num pé com alguma gravidade mas mesmo assim não o impediu de continuar por mais cerca de 7 horas a pedalar até chegarem a Padron. Terra que segundo conta a lenda chegou e atracou o barco que transportava Santiago e que debaixo do altar desta localidade se encontra a pedra onde amarrou o barco. No quinto e último dia de aventura, já com poucos quilómetros pela frente os resistentes ciclistas chegaram finalmente a Santiago de Compostela por volta do meio-dia com um total de 495 quilómetros percorridos, nos quais foram bastantes vezes abordados pelos factos dos “dorsais” mencionarem aos respectivos concelhos de proveniência aos quais orgulhou este trio já que receberam incentivos e comentários por parte de muitas pessoas que fizeram questão de os acarinhar. Para um dos intervenientes nesta aventura, Paulo Veigas este feito foi acima de tudo “após estes dias de camaradagem reflexão e fadiga regressamos a casa de comboio. O apoio da família ao longo destes dias também é de realçar e agradecer pois sem este apoio também não seria possível”.
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