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Escola D. Inês de Castro “irreconhecível”após obras de requalificação

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Paulo Alexandre As obras de remodelação e ampliação da Escola Secundária Dona Inês de Castro, em Alcobaça, deverão estar concluídas em Janeiro. É a maior intervenção de modernização de sempre e a mais estruturada, a pensar na qualidade do ensino e da aprendizagem, segundo adiantaram os responsáveis pelo estabelecimento de um ensino, já com muitos […]
Escola D. Inês de Castro "irreconhecível"<br>após obras de requalificação

Paulo Alexandre As obras de remodelação e ampliação da Escola Secundária Dona Inês de Castro, em Alcobaça, deverão estar concluídas em Janeiro. É a maior intervenção de modernização de sempre e a mais estruturada, a pensar na qualidade do ensino e da aprendizagem, segundo adiantaram os responsáveis pelo estabelecimento de um ensino, já com muitos anos de existência, e onde começou por funcionar a Escola Técnica, onde se formaram muitos alcobacenses e munícipes de concelhos vizinhos, a partir do final da década de 50.

Neste momento, faltam alguns dos arranjos exteriores, como a repavimentação de um ringue, e pequenas correcções aos defeitos da obra, que «uma futura inspecção irá determinar», adiantou o Conselho Executivo da Escola. O novo mobiliário escolar, que ainda não foi instalado, deverá ser a última fase da intervenção, que teve início há cerca de ano e meio. Esta intervenção, que surge no âmbito do programa funcional do “Parque Escolar”, desenvolvido pelo Ministério da Educação, teve como principais preocupações a eficiência energética do edifício, o conforto das salas de aula e a funcionalidade dos espaços, que se tornaram mais agradáveis, em vários domínios. De acordo com Gaspar Vaz, responsável pelo estabelecimento de ensino, este projecto preocupou-se em “requalificar” as infraestruturas físicas e funcionais, articulando-as com o Plano Tecnológico; “abrir” a escola à comunidade, levando-a a participar mais na educação e qualificação da comunidade escolar, e com a “manutenção e gestão do

edifício após a requalificação”. «Muitas vezes as escolas, depois de feitas ou intervencionadas, não funcionavam porque não havia quem gerisse os equipamentos, os espaços», disse o responsável.

«Este programa inova nesse domínio, pois na intervenção está incluída a obrigatoriedade de prestar assistência técnica às escolas para além do período de construção», acrescentou. Esta intervenção, recentrou a Escola e todos os seus serviços. Os velhos blocos, as antigas oficinas, a velha Escola Técnica, os pavilhões construídos nos anos 80, o pavilhão e os novos espaços ficam, agora, interligados, comunicando entre si, como um campus escolar deve funcionar. As duas grandes preocupações desta intervenção, foram a de «recentrar a escola», tornando-a mais acolhedora e aprazível ao estudo, e a «qualidade», tornando a escola mais funcional, «proporcionando aos alunos uma qualidade de espaço que está ao nível do que melhor se pode encontrar em qualquer parte do mundo», remata Gaspar Vaz.

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