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EN 242 cortada durante seis meses

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Nazaré / Famalicão Tânia Rocha O trânsito na Estrada Nacional 242, entre Nazaré e Famalicão, vai estar cortado durante seis meses, devido à construção do viaduto sobre o Rio Alcoa, que vai substituir a Ponte da Barca. O desvio começou na passada semana e durante os próximos meses vão haver vários condicionamentos à circulação. O […]

Nazaré / Famalicão Tânia Rocha O trânsito na Estrada Nacional 242, entre Nazaré e Famalicão, vai estar cortado durante seis meses, devido à construção do viaduto sobre o Rio Alcoa, que vai substituir a Ponte da Barca. O desvio começou na passada semana e durante os próximos meses vão haver vários condicionamentos à circulação. O viaduto sobre o rio Alcoa faz parte da empreitada das obras de construção da Variante à Nazaré, inaugurada recentemente. No âmbito do corte da EN 242 foi realizada uma sessão de esclarecimento, na noite da passada sexta-feira, dia 15 de Outubro, no Clube Recreativo Estrela do Norte, em Famalicão. Esta reunião, dirigida à população, contou com a presença do presidente da Câmara Municipal da Nazaré, Jorge Barroso, do presidente da Junta de Freguesia de Famalicão, Abílio Romão, e de uma representante da Rodoviária do Tejo, Cristina Frazão.

Durante as obras, a EN 242 entre Nazaré e Famalicão vai estar interdita ao trânsito pesado, vão haver trajectos destinados aos veículos ligeiros e os autocarros vão sofrer alterações nos horário e percursos. Nesse sentido, os veículos pesados de mercadorias estão proibidos de circular entre Alfeizerão e a Nazaré nos dois sentidos, sendo as alternativas à circulação a EN8 entre Alfeizerão/Alcobaça, a EN8-5 entre Alcobaça/Nazaré, ou a A8 entre Alfeizerão/Valado dos Frades. No entanto, o acesso local destes veículos para as empresas da freguesia pode ser feito pelo cruzamento da EN242 para a Cela, junto à Quinta Nova. Em relação aos veículos pesados de passageiros, a ligação da Rede Expressos entre Alfeizerão/ S. Martinho/ Nazaré está a ser feita pela A8. Contudo, a Rodoviária do Tejo assegura a ligação entre S. Martinho do Porto e a Nazaré pela Serra dos Mangues, Serra da Pescaria e Casal Mota. Em relação à população de Famalicão, Quinta Nova e Casais de Baixo, existe uma carreira de ligação, via Serra da Pescaria, que cumpre os horários já existentes, mas antecipados em 15 minutos. Por outro lado, os automóveis ligeiros que circulem em sentido Norte/Sul, ou seja, da Nazaré para Famalicão, têm de circular pelo desvio que dá acesso ao Casal Mota, Serra da Pescaria e Famalicão. Já no sentido oposto, Famalicão/Nazaré, o desvio é feito no sentido ascendente na Quinta do Amora. De forma a minimizar os riscos de segurança, a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia solicitaram a correcção do entroncamento da EN242 com a estrada do Casal Mota, de maneira a possibilitar a circulação dos veículos da Rodoviária. Além desta correcção, também pediram o alargamento de partes da via entre o Casal Mota e a Quinta do Amora, para permitir a passagem de veículos nos dois sentidos. Nessa reunião, Jorge Barroso disse que o prazo não se deve alargar, uma vez que em relação à Variante “os prazos foram rigorosamente cumpridos”. O presidente falou da extrema importância desta obra, falada há largos anos, e da redução dos riscos de trânsito na Ponte da Barca. “Estávamos com medo que qualquer dia fossemos à Ponte da Barca e ela não estivesse lá, mas agora vamos ter a anulação deste risco”, disse Barroso. A Ponte da Barca vai continuar aberta ao trânsito mesmo depois da construção do viaduto, embora interdita a veículos pesados. Apesar de as entidades locais, Câmara e Junta, anteverem todos os incómodos que esta obra vai trazer ao longo do tempo, os autarcas pediram à população para comunicar qualquer situação mais problemática. Abílio Romão disse à população “vamos ter muitos transtornos, não está tudo resolvido, mas peço a vossa confiança para resolvermos os problemas que possam surgir. Comuniquem todos os problemas à Junta”. Apesar de Abílio Romão ter dito “queremos minimizar os prejuízos para os utentes da freguesia de Famalicão”, reconheceu que os mais prejudicados são os habitantes da Quinta Nova, uma vez que para se deslocarem até à Nazaré “têm de ir à Serra da Pescaria”, o que se vai reflectir, por exemplo, nos gastos com o combustível. No entanto, o presidente disse não haver “varinhas mágicas” e que “a ponte tem de ser feita”. Durante a sessão, um elemento do público questionou as alternativas apresentadas e acusou a Câmara de “não ter feito o trabalho de casa”. O munícipe disse que “com as opções apresentadas, não vamos ter prevenção civil”, uma vez que, na sua opinião, está em risco a segurança rodoviária. Jorge Barroso respondeu ao munícipe, enumerando todas as alternativas apresentadas pela autarquia, que, segundo ele, “batiam sempre na impossibilidade”, além de afirmar que o caso “foi estudado até à medula”. A representante da Rodoviária do Tejo, Cristina Frazão, salientou que a segurança e o risco dos novos percursos foram “devidamente avaliados” pela empresa. Disse também que a Rodoviária do Tejo fez um esforço para “minimizar os incómodos para os utentes”, referindo que os autocarros fazem, actualmente, um percurso que “nem é sequer uma estrada municipal, o que implica uma atenção redobrada dos motoristas”. No dia da inauguração da Variante à Nazaré, um representante da Estradas de Portugal, Rui Manteigas, afirmou que o viaduto deve estar concluído em Maio de 2011.

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