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“Tudo farei para que haja uma mudança política na Nazaré”

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Ex-Vice-presidente da CMN e actual vereador Independente afirma Entrevista de Tânia RochaRegião da Nazaré – Qual é o balanço que faz do seu mandato, nos primeiros dois anos, enquanto vice-presidente, e depois como vereador da oposição? Reinaldo Silva – O balanço é dividido em duas fases, uma que contempla os primeiros dois anos, e a […]
“Tudo farei para que haja uma mudança política na Nazaré”

Ex-Vice-presidente da CMN e actual vereador Independente afirma Entrevista de Tânia RochaRegião da Nazaré – Qual é o balanço que faz do seu mandato, nos primeiros dois anos, enquanto vice-presidente, e depois como vereador da oposição? Reinaldo Silva – O balanço é dividido em duas fases, uma que contempla os primeiros dois anos, e a segunda, os dois anos seguintes. Naturalmente que foram duas situações distintas. Na primeira fase, estive como vice-presidente, e depois saí da Câmara a tempo inteiro e passei a ser vereador independente, na segunda fase. Não tinha a intenção de me candidatar para este mandato e pensei em pôr um término à minha vida política. No entanto, uma das coisas que me levou a continuar foram os grandes projectos, as grandes obras que já são perspectivadas há muitos anos. Gostaria de ficar ligado à concretização dessas grandes obras, e portanto, foi mais por esse motivo que me candidatei, e também, não vou esconder, por pretender completar os anos para ter direito à reforma. Quando mudei para a política, há 16 anos, alterei a minha vida profissional toda, e evidentemente, que criei a expectativa de ter direito a uma reforma. Antes deste mandato poderia ter retomado a minha vida profissional, mas tomei a decisão de continuar e completar o tempo que me faltava. Aconteceu o que aconteceu nos primeiros dois anos, que veio alterar tudo. Quando deixei de ser vice-presidente acabei por pedir a reforma, e neste momento estou na condição de reformado, com um vencimento muito inferior àquilo que seria esperado. O balanço nos primeiros dois anos foi positivo. Há três marcos principais na minha vida política, nomeadamente, a área social, desportiva, e a organização do pessoal. Penso que o trabalho que foi desenvolvido fala por si. Foram três áreas principais que eu considero que o meu trabalho foi bastante positivo. Além de tudo isso, desempenhava as funções de vice-presidente para todas as tarefas que era chamado.

Nessa fase, uma das grandes dificuldades que senti, foi não haver vereadores da oposição que tivessem tomado o destino de algumas áreas, para aligeirar o trabalho que tínhamos. Até eu sair, a Câmara funcionou sempre, só comigo e com o senhor presidente a tempo inteiro, e a actual vice-presidente a meio tempo. Havia falta de assessores e adjuntos, que actualmente já existem. Portanto, depois de eu sair entraram bastantes assessores e adjuntos, que facilitaram o trabalho, além de mais dois vereadores com pelouro, e a vice-presidente, que na altura não assumiu, também passou a assumir a tempo inteiro. Portanto, há uma diferença de entrega profissional ao nível dos recursos humanos totalmente distinta. Isto para avaliar um pouco o que tem sido o trabalho, com todas as dificuldades sentidas com a falta de recursos, o que dificultou a minha missão. Contudo, conseguiu fazer-se um bom trabalho. Nestes últimos dois anos, passei para a oposição como vereador independente. Dentro das minhas funções, nunca me recusei a trabalhar e a colaborar. Ainda continuo a fazer parte dos grandes projectos, mas não como membro do executivo com funções de gestão. No entanto, não deixo de dar o meu contributo para o desenvolvimento da Nazaré, sempre com uma postura de contribuir para o sucesso das áreas que considero importantes. Tenho apresentado muitas propostas, embora muitas delas não sejam aceites, mas tenho lutado para que as coisas se concretizem. Até ao final do mandato vou continuar a minha missão. R.N. – Porque é que o presidente o exonerou? Pode nos falar e relembrar essa situação? R.S. – Posso, embora sejam águas passadas. Nunca fui um “yes man” do presidente. Durante os 14 anos que trabalhei com ele, sempre fiz questão de discutir os assuntos. Fui sempre leal nas votações. Mesmo estando contra, não abdicava de discutir os assuntos com o presidente de Câmara. No entanto, na reunião era lógico que eu tivesse, e estive sempre, lado a lado com o presidente, mas exigia que os assuntos fossem discutidos, antes de irem a reunião de Câmara. Face ao facto de eu contestar algumas situações, o senhor presidente criou comigo alguma animosidade, e vice-versa, porque isto não é só de um lado. Não aceitei de maneira nenhuma que o SAP (Serviço de Atendimento Permanente) tenha passado para o Centro de Saúde, sem o assunto ser discutido comigo. Vim a saber por um telefonema que essa mudança já estava articulada entre o senhor presidente e a Confraria. Se tivesse havido uma conversa prévia, como era meu apanágio, eu aceitaria, mas sem o assunto ser discutido, não aceitei, o que me levou a abster-me na votação. Outra das situações foi um projecto da Marina apresentado em reunião de Câmara, em que eu, que sempre sonhei em ser um dos protagonistas no desenvolvimento da Marina, não aceitei ser confrontado numa reunião que eu, vice-presidente de Câmara, não tinha conhecimento, mas que toda a gente sabia. Evidentemente que não podia deixar passar isso em claro, e tive uma postura que não foi correcta com o senhor presidente. Todavia, o despoletar desta situação, foi o facto de o senhor presidente ter deixado no ar, numa entrevista para a rádio Benedita, a possibilidade de me demitir. Sem uma conversa tida comigo, não foi elegante estar a admitir para uma rádio a hipótese de abdicar dos meus serviços. Tive uma conversa com o senhor presidente, em que disse que não aceitava a menoridade do meu trabalho e das minhas responsabilidades, que não poderia estar a desrespeitar a minha pessoa e exigir respeito da minha parte. Disse que teria de haver um respeito mútuo, de parte a parte. Também referi que manteria a minha lealdade com ele, se corrigisse a menoridade que fez em relação às minhas competências com o pessoal. A única resposta que houve foi a de que se deveria chegar a uma situação com mais calma, mas no dia seguinte despediu-me. Acho que depois de 14 anos de trabalho mútuo não foi correcta esta posição. Trabalhámos sempre para o mesmo lado, e vencemos muitas dificuldades. No meu entender, já havia negociações com outras pessoas para irem para a Câmara, que foram formalizadas mais tarde. Isto é deslealdade. R.N. – Mudou a sua forma de estar na política ou a sua maneira de pensar a política? R.S. – A forma de estar teve de mudar, porque as situações são totalmente distintas. Estava inserido num grupo de trabalho que se alterou totalmente. Na questão dos grandes objectivos, a minha maneira de actuar não mudou, nem nunca mudará, e é por isso, que nem sempre estou de acordo com o senhor presidente, como nem sempre estou de acordo com os outros membros da oposição. Tenho dado provas disso, e não abdico dos meus princípios. A nível político, também não escondo e é visível, que tenho condenado algumas situações políticas, porque entendo que fui minimizado, inicialmente pelo senhor presidente, e depois pelo próprio partido. Há uma situação que me magoou politicamente, não por parte do senhor Miguel Sousinha, que foi muito correcto comigo, que aliás disse na rádio que o partido me devia muito, mas sobretudo na atitude do presidente da Assembleia. Foi ingrato comigo e esqueceu-se que fui eu que fiz questão, quando ninguém ou quase ninguém o queria na política, que ele assumisse o cargo, porque entendia que tinha qualidades para aquele lugar, que seria um valor acrescentado para o partido e para o concelho. No entanto, ele teve palavras menos correctas na rádio e minimizou o meu trabalho. Em relação ao partido, evidentemente que percebo que não iria tomar a opção pela minha posição, mas não gostei de ver a ingratidão. Foi isso que me levou a deixar o partido e a retomar de alguma maneira uma opção política, que não me era estranha. Do entendimento que eu tenho da social-democracia, pouco difere do Partido Socialista, sou e sempre fui adepto dessa linha. Não faço questão de continuar a minha vida política, mas também não abdico dos meus princípios e se tenho articulado ultimamente alguma acção com o PS e os Independentes, é natural que isso aconteça e que apoie até ao final do mandato, qualquer candidatura do PS, caso seja o juiz Jacinto Meca ou o Dr. Vítor Esgaio, o cabeça de lista, porque a Nazaré tem de mudar. R.N. – Mas a sua liberdade de decisão mudou? R.S.- Não estou preso a nenhuma situação política. Decido por mim próprio. Eventualmente pode acontecer um pequeno desvio daquilo que eu possa pensar, mas os meus princípios não mudaram, nem vão mudar. R.N. – Nessa altura de instabilidade, porque é que não foi decidido haver eleições antecipadas? R.S. – Eu acho que teria sido a melhor opção. Embora entenda que acabou por se arranjar uma solução, porque os grandes projectos precisavam de alguma pacificação para se poderem levar por diante. Essa situação a dar-se, teria de ser logo de imediato, porque passado algum tempo, seria já uma situação de irresponsabilidade, e não era correcto que acontecesse. Penso que se houvesse eleições teria sido positivo, no entanto, é difícil, porque não passámos por essa situação. Porém, entendo que mesmo assim, com aquilo que aconteceu, em detrimento do meu prejuízo pessoal, penso que os grandes projectos serão lançados, e isso é importante que aconteça. No entanto, não é lógico que as pessoas que não foram legitimadas pelo voto, que venham dizer que entraram em prol da bandeira do desenvolvimento, porque o desenvolvimento podia dar-se, perfeitamente, na mesma. Isso não é justo, mas cada pessoa pensa por si, e eu respeito todas as pessoas, que não tendo sido sujeitas a voto, tenham mudado de opinião, a meio do jogo, como mudaram. Este foi o caso do vereador Independente António Salvador e do vereador José Joaquim Pires, que nem sequer foram os primeiros eleitos. Não é legítimo politicamente, que tenham deixado a equipa com quem trabalhavam para fazerem parceria com o presidente só em prol do desenvolvimento. O desenvolvimento podia passar por outras situações que não essa. Se o líder do grupo de trabalho onde as pessoas estão envolvidas passasse a colaborar com a Câmara, para mim era legítimo, agora o que já não é legítimo, é o segundo e o quarto largarem os grupos, que possibilitaram que estivessem lá, e passarem a fazer parte de outro grupo. Passarem a ter outras opções, outra maneira de estar, totalmente descoordenadas com os grupos em que foram eleitos. Vejamos, por exemplo, em que lugar é que o senhor José Joaquim Pires ficou na Câmara? Ficou em quarto lugar. É legitimo que ele abandone o grupo de trabalho e que assuma, só à volta da bandeira do desenvolvimento da Nazaré? Os outros não estão interessados no desenvolvimento do concelho? Não é legítimo politicamente. E também o senhor arquitecto Salvador, que foi o segundo com o senhor Trindade. Sabemos perfeitamente que o senhor arquitecto foi eleito, porque o senhor Trindade foi o protagonista de um grupo de independentes muito forte na Nazaré. Foi a força política que ficou em segundo lugar. Com certeza que o senhor arquitecto não foi eleito pelo seu trabalho ou pela sua figura, foi eleito pela figura do senhor Trindade. Não é legítimo que ele tenha abandonado o grupo de trabalho, que lhe deu a oportunidade de participar num projecto político. Para mim, isso trata-se simplesmente de um aproveitamento da situação. R.N. – Quais são as principais dificuldades que enfrenta, enquanto vereador da oposição? R.S. – As maiores dificuldades que sinto é ao nível das propostas que tenho feito, que não são executadas. Já disse em reunião de Câmara que não vale a pena continuar a apresentar propostas, porque não são executadas. Estamos quase no período de campanha eleitoral, não vou abdicar das minhas posições, mas a nível de propostas cria-me algum desânimo, porque muitas delas, foram nitidamente postas de parte, para mal do concelho. Não há projecto nenhum estruturante para o concelho que alguém da oposição tenha posto qualquer tipo de dificuldade. Estamos prontos a colaborar e a desenvolver. Às vezes colocamos em causa, porque são meros projectos, meras intenções, que não são concretizáveis, e que para que não fôssemos acusados que estávamos a colocar qualquer tipo de dificuldade, votámos a favor. Sempre votei a favor e sempre colaborei para que as coisas se desenvolvessem. R.N. – Então discorda quando às vezes é dito que a oposição tentar travar o andamento dos projectos? R.S. – Isso não é dito. Isso não é verdade. Todos temos colaborado para que as grandes questões aconteçam, e não seria correcto que alguém pusesse em causa o grande desenvolvimento. O que às vezes achamos incorrecto é que, à sombra da bandeira do desenvolvimento e desses projectos, as pessoas queiram legitimar aquilo que não é legítimo politicamente, que é a questão de terem aceite trabalhar na Câmara com o senhor presidente. R.N. –Então considera que há um trabalho em conjunto com todo o executivo nas questões fundamentais? R.S.- Sim, nas questões fundamentais há. ´ R.N. – Porque é que as suas propostas não são executadas? R.S. – Não são só as minhas, são todas as propostas dos vereadores da oposição. Muitas das propostas não são aceites, são retidas, ou enviadas para o respectivo serviço, que é uma desculpa para não se dar andamento, porque há sempre a tentativa da paternidade das propostas. A paternidade das propostas é importante para o senhor presidente da Câmara, e isso tem sido visível nos últimos tempos. Quando as propostas vêm da oposição, a paternidade não é a mesma que ele pretende, portanto, a dificuldade é inerente. Isso é mau para o concelho. São pequenas propostas e por vezes pequenas situações, mas que têm muita importância para as pessoas. As propostas de grande dimensão, normalmente são unânimes, e portanto, não têm grande discussão. R.N. – O que é que o concelho da Nazaré ganhou, e tem vindo ganhar, ao longo de todos estes anos, com a sua eleição? R.S.- Uma das bandeiras que atribuo, e atribuí durante muitos anos, ao senhor presidente, foi a pacificação da sociedade na Nazaré e o tratamento por igual com as colectividades e funcionários. Isso conseguiu-se de alguma maneira. Neste último ano, o que tem acontecido é que o tratamento deixou de ser igual, não só nas colectividades, mas também no tratamento a funcionários. O balanço dos vários anos é positivo. No entanto, o poder durante muitos anos cria vários vícios, portanto penso que chegou a hora de mudar. Para ganhar as eleições é a política do vale tudo. R.N. – Quais são os pontos fortes e pontos fracos do seu desempenho? Como se avalia? R.S. – Penso que me foi feita justiça publicamente a várias bandeiras, por exemplo, ao nível da área social e no desporto. O trabalho não é só meu, é de toda uma equipa, mas tem muito do meu cunho pessoal, porque era o principal responsável, embora reconheça que sem a colaboração do senhor presidente não conseguia. Outra das áreas é a organização com os funcionários da autarquia, onde se fez grandes transformações. O meu ponto mais fraco é a impulsividade que tenho. Sou uma pessoa muito impulsiva, muito aberta e muito frontal e, por vezes, essa frontalidade traz-me alguns dissabores na vida, mas não abdico disso. Em alguns casos pode ser prejudicial, mas também tem as suas virtudes. R.N. –Disse há pouco que vai apoiar o juiz Jacinto Meca, caso se candidate. Isso significa que vai integrar a lista? R.S. – Não. A minha postura tem sido, e vai ser, a de apoio total, porque entendo que o juiz Jacinto Meca ou o Dr. Vítor Esgaio podem estar à altura de mudar algumas situações que não estão correctas na Nazaré. O concelho precisa de mudar, com juiz Jacinto Meca ou o Dr. Vítor Esgaio. Neste caso, não vejo outra alternativa, se não dar o meu apoio e o meu voto. Não passa pelo meu horizonte candidatar-me, mas se o grupo entender que quer a minha colaboração em qualquer área, num lugar sem qualquer protagonismo, não vou dizer que não. Não o quero, não o desejo, mas não vou dizer que não, porque tudo farei para que haja uma mudança política na Nazaré. R.N. – Se fosse convidado para os primeiros lugares não aceitaria? R.S. – Posso garantir-lhe, para não haver dúvidas nenhumas, que não aceito estar nos primeiros lugares. Se a partir daí, até ao último lugar, me convidarem, eu aceito. Mas prefiro de longe não ir, prefiro estar com uma equipa e não ir em lugar nenhum. R.N. – O que mais gostaria de fazer se tivesse oportunidade? R.S. – Penso que a minha experiência nas áreas que já referi poderia ser uma grande ajuda. Também tenho conhecimento e alguma experiência ao nível das obras públicas. Estou disponível para dar a minha colaboração, tanto para a área social, obras públicas, ou para o desporto, como um dos últimos elementos da lista, como simples munícipe, ou como conselheiro, para prestar alguma ajuda. R.N. – O que acha que a população pensa de si, como político? R.S.- Penso que há uma opinião positiva, mas isso é sempre difícil de avaliar. Sou uma pessoa relativamente popular. Decidi estar na política, não por questões financeiras, mas por querer mudar algumas coisas no concelho. R.N. – Quer acrescentar mais alguma coisa? R.S. – Queria fazer um apelo para que se concretize o entendimento existente entre o candidato do PS (juiz Jacinto Meca ou o Dr. Vítor Esgaio) com os independentes (António Trindade), para que unidos protagonizem a mudança no concelho da Nazaré. Tenho a certeza que ganharão e poderão contribuir para um melhor desenvolvimento do concelho.

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