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Paulo de Carvalho apresenta em Alcobaçao seu último álbum

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“Do Amor” reflecte nova abordagem musical através do jazzDavid MarianoA sua voz faz parte da banda sonora da nossa História mais recente (e basta relembrar que foi uma das suas músicas a abrir as portas à liberdade naquela madrugada de 25 de Abril de 1974: “E Depois do Adeus”): Paulo de Carvalho, nome incontornável na […]
Paulo de Carvalho apresenta em Alcobaça<br>o seu último álbum

“Do Amor” reflecte nova abordagem musical através do jazzDavid MarianoA sua voz faz parte da banda sonora da nossa História mais recente (e basta relembrar que foi uma das suas músicas a abrir as portas à liberdade naquela madrugada de 25 de Abril de 1974: “E Depois do Adeus”): Paulo de Carvalho, nome incontornável na cultura musical portuguesa, sobe ao palco do Cine-Teatro de Alcobaça no próximo sábado, dia 18 de Abril, pelas 22h, integrado no programa Concertos Íntimos de Cister, para nos mostrar o seu mais recente álbum, intitulado “Do Amor”, disco que serve de apresentação a uma nova aposta na sua carreira, através de uma nova abordagem musical baseada no jazz.Na sua biografia (que pode ser encontrada no site oficial do artista), Paulo de Carvalho afirma que gosta cada vez mais de menos gente: ao fim de mais de 40 anos de carreira (foi em 1965 que fundou a mítica banda dos Sheiks, onde tocava e cantava bateria, isto enquanto praticava futebol no clube do seu coração: o Benfica) o músico pode ter percebido como o amor se pode tornar selectivo e inspirar novas canções, sem esquecer os grandes êxitos que o tornaram num dos mais relevantes cantores nacionais.

Temas novos e antigos é o que podemos esperar do espectáculo do próximo sábado: de “Nini dos meus quinze anos” a “Prelúdio (Mãe Negra)”, passando por “Lisboa Menina e Moça” ou “Os Meninos do Huambo”, êxitos aos quais se juntam as novas composições do seu último álbum, Paulo de Carvalho promete fazer jus ao seu passado de cantor e compositor (já escreveu cerca de 300 canções ao longo da sua vida).É, aliás, o seu percurso como compositor que acaba por ser muitas vezes esquecido: mais do que um vencedor do Festival da Canção, eventos que ganhou em 1974 e 1977 respectivamente, o músico já compôs temas para nomes como Carlos do Carmo, Simone de Oliveira, Sara Tavares, Anabela, Mariza, Lena D’Água ou Martinho da Vila, além de ter passado ainda pela produção.Há quem lhe chame “A Voz”, mas Paulo de Carvalho tem provado ao longo de todo o seu caminho no panorama musical português que sempre foi mais do que isso: cantor, compositor, músico (ele costuma dizer: “mais do que cantor sou músico, toco voz”), autor, benfiquista e pai de 4 filhos, é acima de tudo uma instituição da cultura portuguesa e um homem que deixou a sua marca na nossa contemporaneidade. É também um pouco isso que irá celebrar no concerto que o traz a Alcobaça.Weisman e Cara Vermelha: Um western judeu Chamam-lhe uma fábula lúdica sob a forma de western burlesco: “Weisman e Cara Vermelha”, peça de teatro escrita pelo autor George Tabori, húngaro judeu, entra em cena no palco do Cine-Teatro de Alcobaça na próxima sexta, dia 17 de Abril, pelas 21h 30, numa produção da autoria do Teatro da Rainha. Uma coisa é certa: o humor não vai faltar (um humor que chega por vezes a relembrar Woody Allen, o que não deixa de fazer sentido: ambos autores são visceralmente “judeus”) e que leva um simples reencontro no deserto americano a outras fronteiras. Por um lado, temos um judeu perdido que se faz acompanhar pela sua filha deficiente, por outro, temos um índio montado na sua busca em busca de vastas e eternas pradarias: personagens que se confrontam no seu itinerário tentando determinar, através da sua história e dos seus traumas culturais, qual dos povos sofreu mais às mãos do destino. A dada altura diz-se mesmo: “um coração destroçado pode doer tanto como um massacre”. É disso que a peça trata: uma ideia de sofrimento que permanece latente muito para além da sua circunstância política ou histórica, antes enraizada nos genes de gerações atrás de gerações.Teatro de Marionetas: “A Ver Navios” Dias 24 e 25 de Abril (dias da Liberdade e tempo de comemorar a Revolução dos Cravos), o Cine-Teatro de Alcobaça tem uma proposta diferente para os mais jovens: “A Ver Navios”, uma reposição da peça criada e produzida pelas S.A. Marionetas que aborda um período não menos revolucionário na História de Portugal: as Invasões Napoleónicas.Trata-se de uma reposição: este espectáculo integrado anteriormente nas comemorações oficiais dos “200 Anos Portugal – Brasil”, viaja até ao ano de 1807, quando às portas de Lisboa, as tropas de Napoleão ameaçam fazer capitular o Rei, à semelhança do que já acontecera com o resto da Europa. O episódio conduziu então à fuga do Reino para o outro lado do Oceano e à ascensão do liberalismo em Portugal. Então, em Lisboa, foi tomada uma decisão inédita: deslocar toda a corte, da Rainha ao Príncipe Regente, passando pelos ministros, conselheiros, tesoureiros, secretários, esmoleres, alcaides, escrivãos, entre outros, para o Brasil.

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