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Contou com a presença de centenas de pessoasque estiveram de serviço no combate ás chamas.

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II Encontro de ECIN’s e ELAC do distrito de Leiria,Carlos BarrosoDecorreu nos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha o II Encontro de ECIN’s (Equipa de Combate a Incêndios) e ELAC (Equipa Logística de Apoio ao Combate) da fase Bravo, Charlie e Delta, do distrito de Leiria, que contou com a presença de centenas de homens […]
Contou com a presença de centenas de pessoas<br>que estiveram de serviço no combate ás chamas.

II Encontro de ECIN’s e ELAC do distrito de Leiria,Carlos BarrosoDecorreu nos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha o II Encontro de ECIN’s (Equipa de Combate a Incêndios) e ELAC (Equipa Logística de Apoio ao Combate) da fase Bravo, Charlie e Delta, do distrito de Leiria, que contou com a presença de centenas de homens e mulheres que durante a época de combate e prevenção aos fogos florestais estiveram de serviço.Para o presidente da Federação de Bombeiros de Leiria, José Ferreira, a época de combate aos fogos “correu extremamente bem, porque houve um reforço de meios, houve uma melhoria dos sistemas de coordenação, mas contamos com as condições climatéricas que ajudaram imenso”.“Quem andou atento à época, e viu aparecer alguns focos de incêndio amais, pensou que isto se ia embrulhar tudo outra vez”.Para o dirigente este dispositivo “foi mais barato para os cofres do país, mas tivemos um grande aliado que foram as condições atmosféricas”, reforçou.

José Ferreira, no balanço de uma época de fogos florestais não esquece a época de chuvas que está a entrar e revela-se mais crítico no que diz respeito ao socorro no país.“Montamos um grande dispositivo para os fogos florestais, muitas imagens de televisão, mas acabada a época a protecção e o socorro em Portugal fica e continua a ficar a quem é o suporte da Protecção Civil em Portugal, os Bombeiros Voluntários”.“Se hoje houver um problema em qualquer concelho do distrito, se não forem os bombeiros locais e os vizinhos à volta, como aconteceu há dias na Nazaré, pergunta-se onde estão os dispositivos dos pseudo profissionais deste país”.“É preciso lembrar que os bombeiros continuaram a estar com as mesmas viaturas a cair de há muitos anos, porque desde 2005 não é atribuída qualquer viatura nova aos bombeiros de Portugal. Continuamos à espera das novas viaturas, que agora tem um padrinho novo chamado QREN, mas vamos entrar em 2009 e aposto, que nem em 2010 vamos ter essas viaturas e vamos ter eleições no próximo ano. Estas são as questões que preocupam os bombeiros voluntários do nosso país”, critica.Saltando do fogo e das cheias para as ambulâncias, o dirigente lembra que “foi apresentada uma proposta ao Ministério da Saúde a pedido da tutela, para o transporte dos doentes em 2009 e por espantoso que seja, já que os bombeiros hoje recebem 47 cêntimos o quilómetros, a proposta para inicio de conversações foi de 44 cêntimos o quilometro”, ridiculariza. “A estrutura da protecção de socorro continua a assentar nos bombeiros voluntários, porque a protecção civil, continuam ser sempre os bombeiros e depois umas ajudas. O voluntariado em Portugal não tem recebido atenção nem o maior estímulo, para que o Estado português possa manter uma tradição de socorro na defesa dos bens e das vidas dos portugueses a um custo extremamente baixo, porque os bombeiros a troco de nada dão tudo”, concluiu.

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