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A campanha na região do Oeste recolheu mais dequinze toneladas de alimentos

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A nível Nacional foram distribuídas 19.919 toneladas de alimentosBanco Alimentar do OesteCarlos BarrosoO Banco Alimentar do Oeste, (BAO), sedeado nas Caldas da Rainha, numa campanha inédita no país, recolheu produtos frescos nas freguesias consideradas rurais e obteve uma impressionante ajuda de batatas, cebolas, maçãs, cenouras, alfaces, couves e outros produtos frescos, vindos directamente do produtor. […]
A campanha na região do Oeste recolheu mais de<br>quinze toneladas de alimentos

A nível Nacional foram distribuídas 19.919 toneladas de alimentosBanco Alimentar do OesteCarlos BarrosoO Banco Alimentar do Oeste, (BAO), sedeado nas Caldas da Rainha, numa campanha inédita no país, recolheu produtos frescos nas freguesias consideradas rurais e obteve uma impressionante ajuda de batatas, cebolas, maçãs, cenouras, alfaces, couves e outros produtos frescos, vindos directamente do produtor.

Depois de uma experiência durante a campanha de Dezembro em Santa Catarina, o BAO estendeu a recolha directa de bens alimentos junto das populações no Vimeiro em Alcobaça, Pó no Bombarral, Nadadouro e Santa Catarina em Caldas da Rainha, Gaeiras e Olho Marinho em Óbidos e Atouguia da Baleia em Peniche.Para Ana Bessa, presidente do BAO, esta recolha próximo das populações “é criar uma cadeia de solidariedade, quanto mais alargada melhor e por isso fomos para a freguesia de Santa Catarina e colocamos um carro e convidamos a população que não se desloca às grandes superfícies e aos nosso locais de recolha, de darem aquilo que tem”. “Obtivemos uma experiência recompensadora porque recebemos ervilhas, batatas, maçãs, cebolas, alfaces, couves. Como correu tão bem e sentimos que as pessoas se sentiram importantes e tiveram pena de não se preparar mais cedo, agora alargamos a mais freguesia e a mais concelhos e conseguimos recolher ainda mais produtos frescos”, explicou.“Os voluntários vêm muito motivados destas freguesias, apesar de haver aí também algumas pessoas carenciadas. As pessoas dão aquilo que tem para ajudar. Dão o produto do seu cultivo e por isso há sempre uma motivação extra nesta recolha nas freguesias rurais”, descreveu Ana Bessa.O BAO esteve em 44 superfícies comerciais de grande, média e pequena dimensão, nos seis concelhos de Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Óbidos, Nazaré e Peniche, já que distribui os géneros recolhidos apenas nos concelhos onde os recolhe.“Há dois anos começamos apenas nos concelhos de Caldas e Óbidos, mas os nossos objectivos era mobilizar toda a população do Oeste para que conhecesse o nosso trabalho e começasse a contribuir, porque há muitas instituições para distribuir os alimentos”, daí agora serem seis concelhos a envolverem-se nas campanhas.“A tendência, infelizmente, é para crescer” a ajuda na distribuição de géneros alimentares a instituições que depois dão às famílias carenciadas, declarou também a presidente do BAO.Ana Bessa, tem também o objectivo de “abranger a mais concelhos, nomeadamente Cadaval e Lourinhã”, até porque tem “pedidos de instituições destes dois concelhos” para a recepção de géneros e por isso está no horizonte colocar pontos de recolha nestes dois concelhos, já no distrito de Lisboa, mas na área geográfica do Oeste.A campanha do BAO, na região do Oeste, mobilizou cerca de 900 voluntários, distribuídos pelas equipas junto das superfícies comerciais, pela equipa que procedeu à pesagem, separação e arrumação no armazém e pelas equipas que asseguraram os transportes dos bens alimentares recolhidos. Foi ainda possível contar com o apoio de numerosas instituições, empresas e pessoas individuais em todas estas operações.O BAO, na região do Oeste, recolheu mais de quinze toneladas de alimentos. Note-se que nas campanhas anteriores haviam sido recolhidos 56.258 quilos (Dezembro/2007) e 51.310 quilos (Maio/2007), verifica-se, portanto, “uma tendência para a manutenção e consolidação de adesão e carinho das pessoas a esta iniciativa de solidariedade e apoio aos mais carenciados”.O produto desta campanha, será distribuído nos seis concelhos, de forma regular, a pessoas com carências alimentares comprovadas através de Grupos/Instituições de Solidariedade Social previamente seleccionadas e acompanhadas ao longo de todo o ano por voluntários visitadores dos Bancos Alimentares. “Este modelo de intervenção permite uma grande proximidade entre quem dá e quem recebe e permite o desenvolvimento de um trabalho de inclusão social que vai para além do mero assistencialismo”, salientam.Das 34 instituições onde os bens angariados nas diversas campanhas, destaque para cinco se situarem em Alcobaça, três no Bombarral, treze no concelho de Caldas da Rainha, quatro na Nazaré, seis em Óbidos e três instituições em Peniche. Só no ano de 2007, o BAO distribuiu 288.235 quilos de alimentos, tendo beneficiado da sua acção 4.302 pessoas, das quais 836 são crianças, comprovadamente carenciadas.A nível nacional, foram distribuídas 19.919 toneladas de alimentos, dos quais beneficiaram 232 mil pessoas. Em média, foram distribuídas 79,7 toneladas por cada dia útil. O valor global estimado dos produtos alimentares distribuídos pelos Bancos Alimentares em todo o país, em 2007, equivale a 25.955 milhões de euros.

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