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Maioria na CMA cumpriu apenas 40% do Plano Plurianual de2007 por falta de dinheiro

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O relatório final das contas relativas de Gerência de Gonçalves Sapinhorelativas a 2007 evidencia uma diferença superior a 50% entre o planeado e o executado.Oexecutivo justifica-a com a ausência de apoios comunitários.O vice-Presidente da Câmara, Carlos Bonifácio, explicou que o Relatório espelha “um período de viragem” pois “em 2007 terminou o III Quadro Comunitário de […]
Maioria na CMA cumpriu apenas 40

O relatório final das contas relativas de Gerência de Gonçalves Sapinhorelativas a 2007 evidencia uma diferença superior a 50% entre o planeado e o executado.Oexecutivo justifica-a com a ausência de apoios comunitários.O vice-Presidente da Câmara, Carlos Bonifácio, explicou que o Relatório espelha “um período de viragem” pois “em 2007 terminou o III Quadro Comunitário de Apoio e os concursos destinados a investimentos da administração local no Quadro de Referencia Estratégico Nacional (QREN) ainda não abriram, pelo que tudo isso teve grande influencia no relatório” agora apresentado. De acordo com o vereador, “2007 foi um ano de transição, em que não foi possível lançar obras devido a falta dos apoios comunitários”. Carlos Bonifácio adiantou que apesar de ter sido um ano sem obra, 2007 serviu para o executivo “fazer projectos para que logo que abram as candidaturas ao QREN sejam candidatáveis”. O autarca, que revelou que a Câmara se prepara para apresentar em breve esses “projectos de qualidade para o concelho “à opinião pública, mostrou-se muito confiante na obtenção de financiamentos.

Menos optimistas com as contas e o trabalho desenvolvido ao longo de 2007, os dois vereadores da oposição votaram contra.Para o vereador socialista, Daniel Adrião, os resultados apresentados significam que a Câmara Municipal se limitou a fazer uma “gestão política corrente” executando apenas 40% do que planeou o que, “perante as expectativas criadas, foi um abismo“.O socialista disse que a actividade autárquica “ficou muito aquém dos objectivos definidos pela maioria, havendo um sentimento de estagnação no concelho de Alcobaça já que a Câmara se limitou a fazer uma gestão política corrente, no fundo, dando curso a projectos que já vem do mandato anterior“.Nestes dois últimos, acusou o socialista, “não se passou nada de novo, não foram sido lançados novos projectos ou obra relevante“. Daniel Adrião acusa, assim, a maioria PSD na Câmara de ter provocado a estagnação do concelho ao não investir numa altura muito delicada em que este atravessa um momento difícil, nomeadamente no domínio do emprego com o encerramento iminente de empresas que enfrentam grandes dificuldades. Segundo o socialista, a “falta de investimento público não estimula o investimento privado“.Por seu lado, a CDU, que também votou contra, lembrou que já antes tinha alertado para o desfasamento do orçamento de 56,6 milhões de euros da realidade, o que se veio a confirmar, segundo Rogério Raimundo, pois “as receitas ficaram-se pelos 29,3 milhões enquanto os custos se situaram nos 23,2 milhões de custos, ou seja, só se concretizou 42% do Plano Plurianual de Investimentos. Para a CDU, isto significa que “se anuncia muita coisa e não se concretiza quase nada, acusando o PSD de estar “a adiar tudo para 2009, ano de eleições autárquicas, a exemplo do que aconteceu em 2005“. Por outro lado, disse o comunista, o Relatório revela que “não houve evolução nas várias frentes apontadas desde há dez anos pela coligação como negativas, como a falta de planeamento com as autarquias e descentralização. O vereador Rogério Raimundo mostrou-se, ainda, bastante preocupado com o aumento da dívida a curto e médio prazo, que é de 29 milhões de euros, quase a receita de um ano, para além do agravamento dos impostos municipais sobre os munícipes, dando como exemplo o IMI -imposto municipal sobre imóveis – que sofreu, nos últimos anos, um agravamento de 20% em cada ano, acusando a “Câmara de ir ao bolso dos alcobacenses indiscriminadamente“.A maioria PSD não entende o voto contra da oposição adiantando que muitas das “actividades que constam do relatório foram aprovadas antes pelos dois partidos na oposição“, acusando-os de seguirem apenas a lógica partidária.Os Relatórios de Gerência da Câmara e SMAS vão, agora, ser votados na Assembleia Municipal agendada para esta quarta-feira, dia 30 de Abril. SML

do Plano Plurianual de
2007 por falta de dinheiro

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