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3 Ks – Kosovo. Ko. Kit.

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TriangulandoRogério RaimundoVereador PCP da CMAKosovo. Trata-se duma província histórica, “coração da Sérvia”, pobre e pequena, que teve autonomia política enquanto durou a Jugoslávia. Há menos de 100 anos, em 1914, a Áustria invadiu-a e gerou a 1ª guerra mundial. Quando estou a escrever este artigo, o parlamento kosovar, prepara-se para declarar a independência, unilateralmente e […]

TriangulandoRogério RaimundoVereador PCP da CMAKosovo. Trata-se duma província histórica, “coração da Sérvia”, pobre e pequena, que teve autonomia política enquanto durou a Jugoslávia. Há menos de 100 anos, em 1914, a Áustria invadiu-a e gerou a 1ª guerra mundial. Quando estou a escrever este artigo, o parlamento kosovar, prepara-se para declarar a independência, unilateralmente e perigosamente (195º país?). Região com 2 milhões de habitantes, com uma maioria esmagadora de albaneses, com muitos deles, a trabalhar nos tráficos ilícitos, com especial destaque para o narcotráfico. Armaram-se e fizeram guerra e vida negra, continuada, aos da minoria sérvia (cerca de 100 mil agora). A NATO, a mando dos EUA, em 1994 e 1999 e as Nações Unidas, bombardearam a retalhada Jugoslávia (até as gentes de Belgrado sofreram) e fizeram um tampão falso, permitindo que a maioria, durante muitos anos, ainda esmagasse mais a minoria de sérvios. A ONU/NATO e a maioria dos países da União Europeia (PSócrates não devia lavar as mãos como Pilatos) vão apoiar a independência (com muitos custos inclusive 15 mil militares e preparam-se mais 3 mil pessoas) desta província historicamente massacrada. Vai ser um precedente para outras regiões onde a situação é semelhante. A nossa vizinha Espanha está ansiosa, porque tem o País Basco a reclamar independência. Em Chipre estão gregos e turcos a gritarem pelo seu País. A Hungria, a Lituânia e a Geórgia também têm regiões deste tipo. Os próprios sérvios, estão em maioria, na República da Sérvia, região do novo país Bósnia-Herzegovina. Esperemos que não dê guerras, mas a falta de critério universal, a opressão e a humilhação dos povos não vai dar, com certeza, paz.

KO na justiça! Todos conhecemos casos em que os procedimentos atenuam a culpa dos bandidos, dos agressores, dos ladrões. Todos temos a sensação de que a justiça, apesar de tão bons profissionais, favorece os ricos e penaliza os fracos. Há 3 exemplos, recentes, que relevam esse sentir! O sindicalista João Serpa acompanhou a luta de colegas que estão sem salários há 2 anos, pelos vistos, sem cumprir a lei de manifestação. Não seria de pensar que o patrão fosse julgado, entretanto, e os salários fossem pagos? Nada disso. Sem ser notificado, sem poder apresentar advogado de defesa, foi convocado na véspera, por telefone, para ir ao tribunal. Um homem que foi solidário com os colegas, levou 75 dias de prisão como prémio de um juiz para a sua atitude. Um 2º exemplo é o de Ricardo Bexiga, aquando era vereador do PS em Gondomar, foi alvo duma violenta agressão a mando de alguém. Passaram-se 4 anos e tudo foi arquivado. A Procuradora do MP até reconhece que não foram feitas as diligências essenciais para se descobrir quem agrediu. Ele agora, naturalmente, protesta. Ainda é ameaçado com processo!!! O 3º caso é o do Valentim Loureiro a comunicar que vai ganhar 15-0. 15 Processos e todos arquivados. Investiga-se casos ridículos e deixa-se a grande corrupção completamente à-vontade.O terceiro K é de Kit, de boas práticas autárquicas. Temos que ser firmes nas nossas convicções e nos nossos projectos, mas desagrada-me que o Presidente da Câmara de Alcobaça use determinadas expressões agressivas. É o estilo dele que, pelos vistos, é bem aceite pelo eleitorado. Chamar “Talibans” a quem nos visita, “Mosquitos” a quem é crítico, acho lamentável. Também discordo que, para o colega Presidente da Câmara das Caldas, por causa da localização do novo hospital Oeste-Norte, utilize as expressões como “prostituição” e “anedotário”. Para haver boas práticas a AMO devia ser, efectivamente, dos municípios do Oeste e não dos Presidentes de Câmara, como tem sido. Nós temos afirmado que o Oeste está a Leste dos cidadãos. Os Alcobacenses e os Nazarenos ainda não se sentem Oestinos. Somos a favor do bom entendimento entre os concelhos e defendemos que deve haver respeito mútuo! Entendemos que, nesta matéria da Saúde, em 1º lugar, mesmo com esta notícia do estudo apontar a localização para Alfeizerão, a sua construção não interfere nas necessidades dos alcobacenses. Sobre o novo Hospital (e sobre outros temas) temos estado em divergência quanto ao estilo de conduzir dossiers, nestes 10 anos, que estamos na Câmara de Alcobaça. Quando José Serralheiro enviou o estudo dele, com cópias para toda a Câmara, desde logo, recomendei que a Câmara reunisse com ele. Era um projecto com boa fundamentação, por um especialista directo e era um Alcobacense. Defendi que, com ele, discutíssemos abertamente. Nunca tal aconteceu. Voltando às práticas. Eu preferia que o Presidente Sapinho conseguisse o envolvimento com os autarcas vizinhos e com todos os do Oeste para que se procurasse o consenso. Provavelmente nesta matéria nunca haveria e teria que haver uma estrutura superior a deliberar, como aconteceu. O plano estratégico do Oeste devia ter essa decisão depois de abertamente discutida, sem segredinhos que fazem mal à saúde. Reconheço que este governo não pode dar cambalhotas nesta matéria. Solicitou ao LNEC e deu sequência para o aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete. Solicitou ao Prof. Daniel Bessa um estudo e este apontou Alfeizerão. Já deu muitas piruetas mas neste assunto tem urgência em decidir. Também reconheço que estando perto das eleições de 2009 servirá como um acto de propaganda e até parece que vai ser este governo a construir o Hospital. É o negócio da Saúde. Não têm no Orçamento um cêntimo para estas despesas. Vão ser os capitais privados a investir nesta construção e exploração. É a solução milagrosa que depois custará uma renda choruda. Politicamente estamos em desacordo com esta Política nacional. Em Lisboa, o Ministério da Saúde, comprou terreno à Câmara de Lisboa para construir um novo Hospital. Aqui, com tanta necessidade para resolver, tem de ser a Câmara a comprar, para oferecer a estes negócios com a saúde. Custa-me ver estas más práticas!

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