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Acreditei e acredito no futebol de praia nazareno

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Futebol de Praia: Paulo Henriques treinador da equipa Nazarena de “O Sotão” em entrevista Depois de ter vencido a supertaça nacional da modalidade e reconquistado o campeonato distrital impunha-se ouvir o responsável técnico pela Associação de Cultura e Desporto “O Sotão” Joaquim José Paparrola Região da Nazaré – Como correu a época de futebol de […]
Acreditei e acredito no futebol de praia nazareno

Futebol de Praia: Paulo Henriques treinador da equipa Nazarena de “O Sotão” em entrevista

Depois de ter vencido a supertaça nacional da modalidade e reconquistado o campeonato distrital impunha-se ouvir o responsável técnico pela Associação de Cultura e Desporto “O Sotão”

Joaquim José Paparrola

Região da Nazaré – Como correu a época de futebol de praia para o Sotão?

Paulo Henriques – A época correu de uma forma muito satisfatória na medida em que alcança-mos os objectivos pretendidos que visavam essencialmente tentar chegar aos lugares cimeiros das principais competições nacionais para uma vez mais e à imagem que tínhamos deixado no ano transacto em que vencemos o troféu nacional

master´s 2006 provar e do ano 2005 com o titulo nacional de

inter-associações e para provarmos que estas vitórias não tinham surgido fruto dofactor surpresa mas sim fruto da inegável categoria dos jogadores nazarenos para a prática da modalidade acrescida de um querer , ambição ,e disciplina muito fortes tornaram-se vice-campeões nacionais e vencedores da super-taça nacional, curiosamente as duas finais disputas contra o mesmo adversário o Benfica, assim como o prémio fair-play que nos deu uma satisfação imensa e a reconquista do titulo distrital dado que o ano passado não nos foi possível disputar.

R.N – O que sentiste quando venceste a super-taça nacional, e do que

te recordas nesse momento?

P.H- Recordo em primeiro lugar o sentimento de justiça alcançado pelos jogadores pois se perder finais com um dos baluartes do desporto nacional não lhes tirava o mérito alcançado ganhá-las era de certo muito mais gratificante e importante até pelo factor mediático que as transmissões televisivas em directo proporciona, sendo assim um justo prémio para os jogadores assim como parra os directores de “OSotão” que como muito esforço , dedicação e competência mereceram também esta vitória. R.N – Alguma vez te imaginaste no patamar mais elevado da modalidade?

P.H- Acreditei sempre desde o inicio do projecto do futebol praia na Nazaré e já lá vão sensivelmente sete anos pois as nossas prestações iniciais deixaram antever um futuro risonho na modalidade , e havendo uma estrutura capaz de alimentar este sonho de uma forma persistente e motivadora era possível lá chegar, essa estrutura manteve-se sempre de pé nunca caiu, fomos ganhando vários títulos distritais, muitas representações de vários jogadores pela selecção nacional ,tudo isto foram sempre razões muito fortes para acreditar que era possível chegar a esse patamar R.N- Achas que a Nazaré tem condições para receber eventos de grande calibre, Mundialitos, etc?

P.H- A Nazaré tem todas as necessárias desde as próprias condições naturais da praia, o gosto pela modalidade ,a capacidade das pessoas em realizarem-no saber receber mas infelizmente não tem a capacidade financeira para eventos de tão grande calibre já que estes requerem investimentos muito grandes embora para eventos mais pequenos mas de muita importância como as etapas do campeonato nacional penso que com a conjugação de vários factores era possível e importante para a Nazaré em termos da modalidade. Em jeito de agradecimento Paulo Henriques disse: “Não posso deixar de agradecer aos directores de “O Sotão” jogadores e a todos os elementos envolventes, assim como ao “Quim-zé Grilo” que neste percurso e na sua fase inicial foi muito importante no nosso trabalho em conjunto pela sua competência e dedicação assim como ao Júlio Matias que com todo o seu gosto, conhecimento e querer, foi com certeza uma pessoa chave nestes êxitos e também um agradecimento à minha família por toda a

sua compreensão e ajuda em todo o meu tempo dispendido à modalidade.” Disse Paulo Henriques.

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