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O convite de “Os Nazarenos” deixou-me orgulhoso

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João Carlos Delgado regressa ao Futebol de onze e a “Os Nazarenos” alguns anos depois Entrevista: Guardião João Carlos Delgado é reforço do GDN Depois de ter representado a Académica e o Vitória de Guimarães, chegando a ser apontado na altura como o sucessor de Neno na baliza vitoriana, João Carlos Delgado regressou ao clube […]
O convite de “Os Nazarenos” deixou-me orgulhoso

João Carlos Delgado regressa ao Futebol de onze e a “Os Nazarenos” alguns anos depois

Entrevista: Guardião João Carlos Delgado é reforço do GDN

Depois de ter representado a Académica e o Vitória de Guimarães, chegando a ser apontado na altura como o sucessor de Neno na baliza vitoriana, João Carlos Delgado regressou ao clube da sua terra muitos anos depois. O guardião Nazareno acedeu falar ao “Região da Nazaré”.

Uma entrevista de Joaquim José Paparrola

Região Nazaré – Porquê o regresso ao futebol de onze e aos Nazarenos muitos anos depois?

João Carlos Delgado – Foram diversas as razões que me fazem regressar ao Futebol de onze. Porque esta é a modalidade de futebol por excelência, porque receber um convite de “Os Nazarenos” me encheu de orgulho, e porque após abandonar a Selecção Nacional de Futebol de Praia por imperativos profissionais olho para este regresso como voltar ao clube onde passei momentos bastante marcantes no meu desenvolvimento desportivo e amadurecimento como pessoa.

R.N – A tua passagem por equipas como Académica e Vitória de Guimarães, foi um marco importante na tua carreira?

J.C.D – Sem dúvida que sair com 17 anos para a Académica foi fundamental para que pudesse alargar os meus horizontes, e contactar com uma realidade competitiva mais exigente. Trabalhei com o Vítor Nóvoa, com o Tó Luís, Fernando Couto, Abel, Dimas e tantos outros. Foi um salto grande para quem estava habituado a jogar no velhinho Municipal da Nazaré. No entanto, ser titular dos Juniores da Académica e fazer parte do plantel sénior nesses dois anos foram factores que me marcaram bastante. O Vitória apareceu quando eu tinha 26 anos, após ter representado o Marinhense numa época que me correu bastante bem. Vivi alguns dos momentos mais marcantes da minha carreira no Vitória, nomeadamente ter participado na Taça UEFA num jogo disputado na Escócia contra o Celtic de Glasgow.

R.N – Achas que “Os Nazarenos” têm condições de momento para aspirar a algo mais do que a divisão de honra?

J.C.D – O Nazarenos é um clube que carrega um amplo historial. Tem que honrar a historia que por seu mérito conseguiu construir. Quando olho para o nome de alguns clubes da terceira e segundas divisões quero acreditar que o lugar do Nazarenos é acima daquele em que se encontra de momento. No entanto, é do conhecimento público as dificuldades que as direcções do clube tem tido, e que mesmo assim tem desenvolvido um trabalho bastante interessante nas equipes mais jovens. Não duvido que o futuro do Nazarenos tenha de passar por estes jovens que tem tido condições para o seu desenvolvimento desportivo. Ao lembrar-me que à poucos anos atrás treinavam 3 ou 4 escalões diferentes em simultâneo no campo velho, sou obrigado a acreditar que com estas infra-estruturas o futuro do Nazarenos terá de ser promissor.

R.N – Após teres representado a selecção nacional de futebol de praia, e estares de alguns anos a esta parte nesta modalidade, achas que a tua adaptação ao futebol de onze vai ser fácil?

J.C.D –Tenho consciência que 4 anos é um período significativo. No entanto, a vertente competitiva esteve sempre presente durante este período. E julgo que melhorei, com a minha passagem pelo futebol de praia, alguns aspectos que eram menos bons, tais como a capacidade de reacção e os níveis de concentração. Por isso, e encarando esta nova etapa como um desafio, tenho razões para acreditar que me irei readaptar bem ao futebol de onze.

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