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Editorial António Salvador Muito se tem falado da crise económica do País e dos Municípios, do desemprego, dificuldades das Famílias e falta de oportunidades para os nossos jovens adultos, em período de vida activa, poderem retribuir à sociedade o investimento que fazemos na sua educação e formação, desempenhando uma profissão ou actividade que lhes traga […]

Editorial António Salvador

Muito se tem falado da crise económica do País e dos Municípios, do desemprego, dificuldades das Famílias e falta de oportunidades para os nossos jovens adultos, em período de vida activa, poderem retribuir à sociedade o investimento que fazemos na sua educação e formação, desempenhando uma profissão ou actividade que lhes traga satisfação e independência pessoal e familiar.

A Sociedade está organizada de modo cíclico em que percurso de vida se repete. Depois dum período (mais ou menos longo) em que a Sociedade e a Família investem na educação e formação dos filhos, chega o dia do jovem adulto se sentir útil e realizado, como outros antes dele, pondo a sua força e criatividade ao serviço do bem comum. Assim, a principal função do Estado não deve ser “dar empregos” mas sim criar e garantir as condições para que a nossa estrutura social e económica tenha condições para os jovens adultos se integrarem e contribuírem para Desenvolver o País e a Região onde se inserem. O capital intelectual emergente, protagonizado por inúmeros jovens empreendedores, com grande capacidade de inovar e motivados para vencer na vida, deve ser acarinhado criando condições para se fixarem na terra que os viu nascer e crescer, contribuindo fortemente para o seu desenvolvimento económico e social. O Governo e os Municípios devem accionar programas locais de apoio às iniciativas empresariais para garantir que os jovens adultos, precisamente quando têm mais energia e mais podem contribuir para desenvolver a sua Região, vão procurar trabalho para outros locais, por não terem condições de o fazer na sua. Temos de ter condições para criar mais empresas e empresários, que irão dinamizar, por si só e pelas sinergias criadas à sua volta, o tecido económico da Região. É conhecido o efeito de contágio que as empresas dinâmicas e florescentes possuem nas demais actividades comerciais e económicas, potenciando cadeias de serviços à sua volta. A actividade de uma empresa potencia outras que lhe prestam serviços, directa e indirectamente. Não é por acaso que o Povo diz “riqueza atrai riqueza” e que as regiões mais desenvolvidas aumentam o fosso que as separa das mais pobres. Financiando o arranque de novas micro empresas com negócios emergentes de interesse local e regional (com linhas de micro crédito e capital de risco) e criando um Centro Empresarial Local (“ninho de empresas”) onde as empresas, no seu início e a baixo custo, tenham tecnologia e espaço, poderia estar a contagiar-se o tecido económico local/regional e a criar condições para os nossos jovens se fixarem na sua terra. Os valores seriam baixos se comparados com os “subsídios” e seria um Investimento Inteligente no Futuro! Mais do que “arranjar emprego” é preciso “criar trabalho” e riqueza para que a população viva melhor!

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