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Millenium BCP na Benedita “travou” a tentativa de burla ao Metropolitano de LisboaTribunal de Alcobaça julga tentativa de burla de 10 milhões com cheques falsificadosPresumíveis falsificadores e burlões tentaram retirar elevadas quantias de contas do Metropolitano de Lisboa e do Hospital Amadora Sintra António PauloEstá agendando para amanhã (dia 8) no Tribunal de Alcobaça, o […]

Millenium BCP na Benedita “travou” a tentativa de burla ao Metropolitano de LisboaTribunal de Alcobaça julga tentativa de burla de 10 milhões com cheques falsificadosPresumíveis falsificadores e burlões tentaram retirar elevadas quantias de contas do Metropolitano de Lisboa e do Hospital Amadora Sintra António PauloEstá agendando para amanhã (dia 8) no Tribunal de Alcobaça, o início do julgamento de uma alegada rede de falsificadores de cheques, que terão urdido um plano para tentar desviar da empresa Metropolitano de Lisboa cerca de 10 milhões de euros. André Flores, vendedor ambulante, já anteriormente referenciado pelas autoridades por burla, e Cristiano Magalhães, funcionário do departamento de cartões do BCP, são tidos como os mentores da alegada burla, que foi ainda integrada por Joaquim Pavoeiro, Rui Pinto, António Bento, e Joaquim Fernandes, a quem caberia a disponibilização das contas bancárias para movimentação do dinheiro conseguido ilicitamente.

Joaquim Pavoeiro natural do concelho de Alcobaça, e residente na localidade de Moleanos, exerceu a profissão de vendedor de automóveis na cidade alcobacense, e escolheu a agência do Millenium Banco Comercial Português (BCP) na Benedita, para a tentar a consumação do alegado golpe. Uma tentativa frustrada em Março de 2005 por dois agentes da Polícia Judiciária (PJ) da Direcção Central de Investigação da Corrupção e da Criminalidade Económica e Financeira, previamente avisada das diligências de Joaquim Pavoeiro para movimentar tão elevada quantia através do depósito de três cheques. Dias antes, o gerente do BCP da Benedita havia desconfiado da movimentação, tanto mais que conhecendo o vendedor, era sabedor de dificuldades financeiras que este estaria a atravessar, e avisou as autoridades, depois de ter exigido a Pavoeiro a apresentação de uma declaração do Metropolitano de Lisboa a justificar a movimentação das verbas em questão. O elevado montante em causa e a passagem anormal dos cheques a particulares por parte do Metropolitano de Lisboa, o que não era normal suceder, assim como o não cumprimento de alguns procedimentos de segurança por parte desta empresa de transportes, contribuíram para o avolumar das suspeitas do gerente do BCP.Agentes da PJ à espera de PavoeiroNo dia em que se apresentou no BCP da Benedita na posse de uma declaração, naturalmente forjada, Pavoeiro foi detido pelos agentes da PJ naquele que terá sido um dos principais passos dados pelos investigadores para desmantelarem a alegada rede de falsificadores, no âmbito da então designada “Operação Milhões”. Para além da alegada falsificação integral de cheques com “elevada qualidade”, os investigadores apuraram que o grupo estenderia as suas actividades ilícitas à contrafacção de cartões de crédito, mediante alterações de identificações e bandas magnéticas, de cartões previamente roubados ou furtados. No decurso das investigações, a PJ apurou igualmente, que através da metodologia da movimentação de cheques falsificados, o Hospital Amadora Sintra também terá sido alvo de uma tentativa, igualmente frustrada, de saque de cerca de 1 milhão de euros. Na ocasião da detenção do funcionário bancário Cristiano Magalhães, a PJ terá encontrado na sua residência milhares de documentos, que presumivelmente, poderiam ser empregues na consumação de burlas, assim como, cartões de crédito virgens, cartões de crédito e cheques personalizados, assim como documentação bancária original, relativa a clientes do BCP. A montagem do plano de André Flores e Cristiano Magalhães remonta a 2004, quando o vendedor ambulante viu nas funções do seu amigo um meio de conseguir dinheiro fácil, tanto mais que conhecia um bom falsificador para tratar dos cheques do BCP que permitiriam o desvio de dinheiros das contas do banco. De acordo com a acusação do Ministério Público, a escolha recaiu sobre o Metropolitano de Lisboa, devido a Cristiano Magalhães “ter constatado a existência de elevadas verbas no saldo bancário, e por ter verificado que se encontrava pendente uma requisição de cheques, o que lhe permitiu apurar os números de cheques que iriam ser emitidos e enviados à empresa”.

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